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Considerações sobre o corrupto PCdoB

No último dia 26 de outubro, pediu demissão do Ministério do Esporte o Sr. Orlando Silva, do PC do B, que, assim como seu partido e o ocupante anterior daquele Ministério, o Sr. Agnelo Queiroz, ex-membro do PC do B e hoje Governador do Distrito Federal pelo autoproclamado Partido dos Trabalhadores, tem sido alvo de diversas denúncias de corrupção. Como bem sabemos, não é de hoje que há comunistas corruptos e desonestos, no Brasil ou em qualquer país do Mundo. Aliás, podemos dizer que a completa desonestidade, tanto material quanto intelectual, tem sido, desde Marx [1], a regra das ações dos militantes comunistas.

Orlando Silva, que não pode ser confundido com o grande e saudoso “Cantor das Multidões”, já é o quinto ministro do (des)governo Dilma Rousseff a ter que deixar o cargo após haver sido acusado de corrupção, e, lamentavelmente, não vemos, na grande imprensa, críticas à “Presidenta” [SIC] pelos escândalos de desvio de dinheiro público ocorridos em seu (des)governo. Ao contrário, ainda a vemos pintada como a “competenta” [SIC] varredora, faxineira da corrupção.

O novo Ministro do Esporte é o Deputado Aldo Rebelo, do PC do B, o que prova que aquele Ministério se transformou em propriedade daquele partido. Rebelo, que, até onde sabemos, é um homem honesto, é, felizmente, o melhor dos líderes do PC do B e, quiçá, de toda a denominada “base aliada” do (des)governo Dilma. Profundamente incoerente com relação aos dogmas do credo marxista, tem ele um discurso acentuadamente nacionalista, havendo se oposto à criação da Reserva Raposa-Serra do Sol [2], verdadeiro atentado à Soberania Nacional, assim como tecido duras críticas às nefastas ONGs que atuam na Amazônia e ao próprio MST [3], além de sempre haver defendido a Língua Pátria e o fortalecimento de nosso poderio bélico, bem como o culto das tradições pátrias e dos formadores da Nação Brasileira, havendo, com efeito, proferido diversos discursos em homenagem a vultos históricos normalmente satanizados ou, ao menos, desprezados pelos marxistas, a exemplo de Raposo Tavares, de D. Pedro I, do Duque de Caxias e da Princesa Isabel [4]. Todos esses discursos, bem como diversos outros do novo Ministro do Esporte, poderiam ter sido proferidos por qualquer um de nós, assim como por qualquer um de nós poderia ter sido assinada a maior parte de seus artigos ou dos projetos por ele apresentados à Mesa da Câmara dos Deputados.

Esperamos de todo o coração que Aldo Rebelo, chamado depreciativamente “o bandeirante vermelho” por certos “esquerdistas” [5], seja um bom Ministro do Esporte, enfrente a corrupção naquele Ministério, e continue sua cruzada nacionalista e em defesa das tradições pátrias. E esperamos, igualmente, que abandone ele o credo marxista, que nada tem que ver com as ideias que defende, e abrace a doutrina do verdadeiro nacionalismo, deixando de lado as incoerências e se tornando um “bandeirante verde”.

Por falar em incoerências, é disto que mais está cheio o PC do B. O próprio Programa lançado por aquela agremiação política contém um discurso claramente nacionalista, em completo desacordo com os dogmas internacionalistas do marxismo [6].   Por outro lado, recebe aquele partido doações de empresas como Coca-Cola e McDonald’s, que, somadas ao dinheiro desviado do Ministério do Esporte e, certamente, de outras instituições controladas por aquele partido, a exemplo da UNE (União Nacional dos Estudantes), já alvo de diversas denúncias de corrupção, e da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), fazem com que aquele partido viva, financeiramente, uma das mais ricas fases de sua história. Ademais, aquela agremiação política tem servido como “legenda de aluguel” de certas “celebridades”, que certamente mal têm noção do que é o comunismo, a exemplo dos cantores Netinho de Paula, Lecy Brandão e Martinho da Vila.

O mais gritante, porém, no PC do B, é a sua falsificação da história, aliás bem coerente com a linha marxista-leninista-stalinista-maoísta-hoxhaísta que, ao menos até pouco tempo, seguiu aquele partido, o qual, ao contrário do que apregoa, não surgiu em 1922, mas em 1962, como dissidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB), nome que recebera a partir de 1947 o antigo Partido Comunista do Brasil. A dissidência, como é bem sabido, se deu pelo fato de os então futuros pcdebistas, liderados por João Amazonas, fiéis à memória de Stálin, não aceitarem o “revisionismo” de Kruschev e do PCB.

Ademais, de todas as figuras que, na propaganda do PC do B veiculada na Televisão, têm aparecido como ícones daquele partido, nenhuma delas jamais pertenceu a ele. Jorge Amado abandonara o PCB, o stalinismo e a militância comunista no início dos anos 50, ainda antes da desestalinização daquele partido. Patrícia Rehder Galvão, mais conhecida como Pagu, rompera com aquela agremiação no princípio da década de 40, trocando o stalinismo pelo trotskismo. Portinari, após uma fase de simpatia pelo fascismo, em que chegou a escrever que o Brasil necessitava de um estadista como Mussolini [7], aderiu, nos anos 40, ao então stalinista PCB, ao qual se manteve fiel até o fim de sua vida, que se deu dias antes da criação do PC do B. Oscar Niemeyer, apesar de fiel ao stalinismo até hoje, se manteve igualmente fiel ao PCB após o cisma de 1962. Carlos Drummond de Andrade apenas flertou com o comunismo por um breve período da década de 40, quando, embora não militando no Partido Comunista, foi editor, a convite de Prestes, do jornal A Tribuna, órgão daquela agremiação política, do qual logo saiu, por descordar da censura que ali havia. Drummond, que nos anos 20 fora editor do jornal Minas Gerais, órgão do liberal Partido Republicano Mineiro, e depois apoiara e servira o Estado Novo de Getúlio Vargas (1937-1945), jamais foi comunista e, inclusive, apoiou o Movimento cívico-político-militar de 31 de Março de 1964, que depôs o (des)governo demagógico de João Goulart, aliado dos comunistas [8]. Por fim, sobre Luís Carlos Prestes, Secretário-Geral do PCB até 1979 e sobre sua amante, a comunista e terrorista judia-“alemã” Olga Benário, morta em um campo de concentração alemão em 1942, não é necessário sequer comentar.

Encerremos este artigo. O PC do B, que, nos anos 60 e 70, praticou o terrorismo e a guerrilha, sempre com o intuito de transformar o Brasil num país à imagem e semelhança da União Soviética de Stálin, da China de Mao Tsé-Tung ou da Albânia de Enver Hoxha, e que hoje, diante da impossibilidade de implantar em curto prazo um regime como esses no Brasil, aderiu à liberal-democracia burguesa; o PC do B, que tem se caracterizado pela completa desonestidade material e intelectual, bem coerente com o marxismo, falsa religião do ódio, da inveja e da desagregação moral e social de que é, no entanto, separado pelas diversas incoerências, sobretudo ideológicas; o PC do B, enfim, como partido de passado e presente sombrios, deve ser combatido por todas as formas legítimas, como uma ameaça ao Brasil Maior e Melhor pelo qual lutamos. E esperamos que, um dia, todos os verdadeiros nacionalistas que militam naquele partido percebam a própria incoerência e o abandonem, se tornando autênticos bandeirantes verdes.

Pelo Bem do Brasil!

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo do Campo de Piratininga, 03 de novembro de 2011 - LXXIX.
 

[1] Sobre a desonestidade de Marx: BARBUY, Victor Emanuel Vilela. Marx está morto!. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=17&vis=. Acesso em 02 de novembro de 2011.
[2] V. REBELO, Aldo. Raposa-Serra do Sol: O índio e a questão nacional. Brasília: Thesaurus, 2010. Tal livro reúne artigos e entrevistas de Aldo Rebelo publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela revista Interesse Nacional, além de dois breves ensaios inéditos de sua lavra.
[3] As críticas de Aldo Rebelo ao MST, em entrevista dada à revista Veja, podem ser lidas em: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-economia/72608-com-o-pe-na-estrada--entrevista-com-aldo-rebelo-na-veja.html. Acesso em 02 de novembro de 2011.
[4] V. REBELO, Aldo. Construtores do Brasil. Brasília: Câmara dos Deputados, 2008.
[5] V., por ex., FREIRE, José Ribamar Bessa. Aldo, o bandeirante vermelho. Disponível em: http://www.socioambiental.org/inst/esp/raposa/?q=node/557. Acesso em 02 de novembro de 2011.
[6] PC do B. Programa Socialista para o Brasil: O fortalecimento da Nação é o caminho, o socialismo é o rumo. Disponível em: http://www.pcdob.org.br/documento.php?id_documento_arquivo=1. Acesso em 02 de novembro de 2011.[7] V. PORTINARI, Cândido. Um movimento de renovação nas Bellas Artes. In Hierarchia, Anno I, Vol. V, Rio de Janeiro, março-abril de 1932, p. 189.
[8] Sobre a complexa relação de Drummond com a política: NIGRI, André. Drummond: O poeta de opiniões fortes. Disponível em: http://bravonline.abril.com.br/materia/drummond-poeta-opinioes-fortes. Acesso em 02 de novembro de 2011.



04/11/2011, 02:49:27



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