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Considerações sobre o movimento LGBT

Há algumas semanas, um tribunal de Moscou proibiu, naquela cidade, por cem anos, a chamada “Parada do Orgulho LGBT”, que melhor seria denominada “Parada da Vergonha Invertida”, ou, quiçá, “Parada da Sem-vergonhice Invertida”. Enquanto isso, no Brasil, as “paradas gays” são financiadas com dinheiro público e todos aqueles que as criticam são logo tachados de “homofóbicos” e o mesmo Ministério Público de São Paulo que luta para acabar com todas as manifestações religiosas – sempre ordeiras – em quaisquer vias públicas, nada faz contra as referidas paradas, nas quais, como todos sabem, se praticam as maiores imoralidades e diversos crimes. Isto é, aliás, bastante natural, tendo em vista o profundo comprometimento da cúpula do Ministério Público de São Paulo, como, aliás, das cúpulas de todos os ministérios públicos do País, com a ideologia materialista e atéia militante que tem feito todo o possível para descristianizar o nosso País, destruindo o Brasil Profundo, Tradicional, Autêntico e Verdadeiro que herdamos de nossos antepassados e construindo, em seu lugar, um “Novo Brasil” antitradicional, inautêntico e falso, que não é senão um antiBrasil, o que, em última análise, só serve aos nefandos interesses da Internacional Dourada mamonística. Esta, que não é senão a superpotência financeira supranacional e supraestatal de que ora são escravos, em maior ou menor medida, todos os povos do Orbe Terrestre, quer impor, como bem sabemos, o homossexualismo, o aborto, a eutanásia e o controle populacional, bem como o ambientalismo exacerbado, a todas as nações da Terra como forma de enfraquecê-las, tornando-as ainda mais suas escravas.

Isto posto, ressaltamos que não foi Sigmund Freud quem cunhou o termo “invertido”, que é, aliás, o vocábulo mais tradicional para definir aqueles que padecem de tais anormalidades, anomalias sexuais, e salientamos, do mesmo modo, que no Mundo existem apenas homens e mulheres, havendo sido estas feitas para aqueles. Assim, consideramos totalmente desnecessário e mesmo inapropriado o adjetivo moderno “heterossexual”, contraposto, por exemplo, a “homossexual”, para definir uma pessoa, bastando os termos “homem” ou “mulher”, sendo que definir alguém como “heterossexual” significa o mesmo, como faz salientar o Dr. Jorge Scala, que definir este mesmo alguém como “não leproso” ou “não diabético, por contraposição a um “leproso” ou a um “diabético”, e implica, ainda no dizer do autor de Ideologia de gênero: o neototalitarismo e a morte da família, na afirmação implícita de que a “heterossexualidade” é apenas uma dentre diversas “orientações sexuais” possíveis e legítimas [1].

Como em todos os anos anteriores, a chamada “Parada Gay” foi um verdadeiro circo de horrores, imoralidades e perversões, com diversas pessoas usando drogas ou bebendo até cair em coma alcoólico, inúmeros invertidos tendo atos libidinosos em plena via pública, o que configura crime de ato obsceno, previsto no artigo 233 do Código Penal, e várias brigas violentas entre esses invertidos, que, como sempre, são quase todas atribuídas à “homofobia”. Ademais, ainda como nos anos anteriores, por conta do nefasto evento, o trânsito em todo o centro da Capital Bandeirante ficou seriamente prejudicado, assim como o acesso aos diferentes hospitais localizados na Avenida Paulista ou em sua região, como os hospitais das Clínicas, do Coração, Sírio-Libanês, Alemão Oswaldo Cruz e Santa Catarina. Felizmente, porém, ao contrário do que ocorreu na “Parada Gay” do ano passado, não houve nesta, ao menos até onde fomos informados, cartazes mostrando santos em posições consideradas “homoeróticas”, o que, com efeito, configura crime contra o sentimento religioso, previsto no artigo 208 do Código Penal, e, ademais, teve esta “parada” número de participantes bastante inferior àquele dos anos anteriores, segundo não apenas afirma a Polícia Militar, como também os próprios participantes, havendo reunido, de acordo com o insuspeito Datafolha, duzentas e setenta mil pessoas, das quais sessenta e cinco mil teriam feito o percurso inteiro do evento, enquanto os organizadores deste carnaval de abominações afirmam nunca antes terem reunido tantas pessoas na Avenida Paulista.  Há que ressaltar que tais organizadores são os criadores do absurdo mito, amplamente divulgado pela imprensa, de que a “Parada do Orgulho LGBT” de São Paulo reuniria milhões de indivíduos, havendo aquela de 2011, segundo eles, reunido quatro milhões e quinhentas mil pessoas, número que sequer caberia na Avenida Paulista e que, ainda de acordo com esses mistificadores da verdade, teria, como acabamos de ver, sido suplantado em 2012.

A então ministra Dilma Rousseff, ao lado de Marta Suplicy, oficializa apoio ao movimento LGBT em diretório do PT.

O tema desta “Parada LGBT” foi a luta contra a “homofobia”, que, para estes adeptos do denominado “gayzismo” ou da chamada “ideologia de gênero” [2], “tem cura: educação e criminalização”, e engloba qualquer crítica à pederastia ou ao lesbianismo, conforme já está previsto no nefando PLC 122 e no projeto do Novo Código Penal Brasileiro, o mesmo que, paradoxalmente, adota a teoria do Direito Penal mínimo, pretendendo descriminalizar o maior número possível de condutas ora ilegais, tais como o consumo de entorpecentes e diversos tipos de aborto e eutanásia.

Encerramos estas linhas rogando ao Altíssimo que um dia a Sociedade Brasileira acorde de sua letargia e que a falsa, marginal e inautêntica “elite brasileira” seja substituída por uma nova, integral e autêntica elite forjada no estudo da Tradição e das realidades nacionais, assim como no combate sem tréguas ao materialismo e em prol de Deus, da Pátria, da Família e de todos os nobres valores derivados desta tríade, augusta como nenhuma outra. E que oxalá esta nova e autêntica elite nacional livre o nosso Brasil do câncer do chamado “gayzismo” e da denominada “ideologia de gênero”, que ora ameaçam seriamente a Nação Brasileira e suas mais lídimas tradições, tentando mesmo impor uma tirania em que, como acabamos de ressaltar, todos aqueles que se opuserem às práticas antinaturais dos invertidos serão considerados criminosos.


Victor Emanuel Vilela Barbuy
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.


Notas:
[1] SCALA, Jorge. Ideologia de gênero: O neototalitarismo e a morte da família. São Paulo: Katechesis e Artpress Editora, 2011, pp. 16-17, nota 6.
[2] Embora bastante próximos ideologicamente, o “gayzismo” e a “ideologia de gênero” se diferem em alguns aspectos, sustentando, por exemplo, os “gayzistas” que a pessoa já nasce com sua sexualidade determinada, ao passo que os partidários da “ideologia de gênero” defendem que o “gênero” se constrói autonomamente, podendo qualquer pessoa, inclusive, mudar de “gênero” quando quiser. 


09/07/2012, 02:26:41



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