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Tradição e Revolução

Na presente comunicação, trataremos dos conceitos de Tradição e de Revolução, concluindo pela necessidade de restauração da Tradição por meio de uma autêntica e profunda Revolução.

Uma vez que os termos “Tradição” e “Revolução” não são unívocos, cumpre sublinhar que aqui entenderemos o vocábulo “Tradição” segundo o compreende o tradicionalismo político e o termo “Revolução” de acordo com o seu sentido astronômico, ou cósmico, isto é, como restauração, como volta às origens, ao ponto de partida.

Isto posto, faz-se mister sublinhar que o tradicionalismo político, que não se confunde com o chamado tradicionalismo esotérico de Guénon e Evola, ainda que tenha alguns pontos de contato com este, vê a Tradição como essencialmente histórica, inserida, no dizer de Alberto Buela, “como coisa valiosa no sangue vivo dos povos”,[1] sendo, na lição de Francisco Elías de Tejada, a “medula dos povos”, assim como uma excelente “filosofia política”, a “filosofia do homem concreto” e das liberdades concretas e limitadas,[2] em oposição à ideologia liberal do homem abstrato e da liberdade abstrata. O tradicionalismo político, que se nutre da metafísica da Filosofia Perene, que tem em Santo Tomás de Aquino seu máximo expoente, concebe a Tradição como a transmissão de um patrimônio de valores espirituais, culturais e religiosos essenciais às nações, de uma geração a outra, ou, como diria Marcello Veneziani, “de pai para filho”,[3] partindo do princípio de que, como bem sentenciou Alfredo Pimenta, “Nação que rejeita a Tradição é Nação que se suicida, que se nega a si própria”.[4]

Empregamos aqui a palavra “Revolução”, como há pouco observamos, no sentido cósmico, segundo o qual corresponde ela, em última análise, a uma Restauração. Insta ressaltar, aliás, que antes de nós, tal vocábulo já havia sido empregado em tal sentido tanto por pensadores tradicionalistas católicos como Chesterton, Belloc, Fulton Sheen, António Sardinha, João Ameal, Alfredo Pimenta, Plínio Salgado, Arlindo Veiga dos Santos e Heraldo Barbuy quanto por tradicionalistas ditos cristãos ortodoxos como Corneliu Codreanu, por tradicionalistas esotéricos como Evola e por pensadores não propriamente tradicionalistas como Hannah Arendt. Como escreveu esta última, aliás, a palavra revolução foi usada pela primeira vez como um termo político na Inglaterra do século XVII, justamente designando a restauração monárquica de 1660 e sendo compreendida como “um movimento de retorno a algum ponto preestabelecido e, por extensão, de volta a uma ordem predeterminada”.[5] Segundo Arendt, com efeito, não apenas esta, mas todas as revoluções do século XVII e XVIII pretenderam, ser restaurações, inclusive, ao menos no início, a Revolução Americana e a Revolução (anti)Francesa.[6]

A despeito, contudo, de empregarmos, na presente comunicação, o termo “Revolução” no sentido tradicional e astronômico de “Restauração”, não excluímos a possibilidade de se denominar revolução ao processo de desconstrução da Fé, da Ordem Natural e da Ordem Tradicional iniciado com o humanismo antropocêntrico do chamado Renascimento e que tem na denominada Reforma, na Revolução (anti)Francesa, na Revolução (anti)Russa e no Maio de 1968 em Paris seus principais marcos, havendo seu processo até o dealbar do século 20 sido muito bem sintetizado por Leão XIII na Encíclica Parvenu à la 25ème anné, de 1902.[7] Foi, com efeito, tendo em vista esta chamada revolução, essencialmente moderna, antitradicional, antropocêntrica e racionalista, correspondente à “revolta metafísica” de que nos falou Camus,[8] que Louis Veuillot afirmou, em A ilusão liberal, que “duas forças vivem e estão em luta no mundo: a Revelação e a Revolução”,[9] ou, em outras palavras, a Fé em Cristo, Deus feito homem, e a fé no homem, erigido em deus.

Em breve ensaio a respeito da Monarquia Tradicional, denominamos a Revolução em seu sentido cósmico de “Revolução Tradicional” e “Revolução com ‘R’ maiúsculo”, enquanto chamamos a revolução moderna, antitradicional, de “revolução com ‘r’ minúsculo”, sustentando que a primeira, “única verdadeira e autêntica Revolução”, seria uma “mudança de atitude em face da realidade e dos problemas, uma transmutação integral de valores no sentido de defesa dos valores perenes da Tradição contra os valores passageiros da antitradição, uma revolta dos paladinos do Império de Ariel contra as hordas de Calibã”.[10]

Isto posto, cumpre salientar que o emprego do termo “Revolução” no sentido de “Restauração”, de retorno ao ponto de partida, é, em nosso sentir, mais apropriado do que no sentido de revolta contra a Fé, a Ordem Natural e a Ordem Tradicional, posto que está de acordo não apenas com o significado astronômico do vocábulo, como também de seu significado etimológico, já que a palavra “revolução” deriva do termo latino revolutio, que, por seu turno, deriva de re-volvere, significa justamente revolver, voltar para o ponto de onde se partiu. Neste sentido, Plínio Salgado, em discurso proferido na Câmara dos Deputados, em Brasília, a 29 de abril de 1963, observou que

A doutrina que prego é revolucionária. A palavra revolução, conforme indica a sua etimologia, significa retorno. O prefixo re quer dizer volver a alguma coisa. Isto representa o seguinte: quando se dá um desequilíbrio econômico, social ou político numa nação, urge uma revolução para retornar ao equilíbrio perdido.[11]

Ainda em tal diapasão, Julius Evola, em uma das páginas iniciais da obra Os homens e as ruínas, defendeu a associação da “fórmula da ‘reação’”, que teria, em sua opinião, certo colorido negativo, com a de uma espécie de “´revolução conservadora’”, fórmula na qual “é posto em relevo o elemento dinâmico, deixando de significar a ‘revolução’ a subversão violenta contra uma ordem legítima”, passando a significar uma ação destinada a “varrer uma desordem ocorrida e a remeter a uma situação de normalidade”.[12] Como evocou Evola, na referida passagem, o Conde Joseph de Maistre afirmou que o que urge fazer não é uma “contrarrevolução” em sentido estrito, mas sim “o contrário da Revolução”,[13] tomada esta, é claro, em seu sentido moderno, ou seja, como enfatizou o autor de Revolta contra o Mundo Moderno, “uma ação positiva que nos remeta às origens”. Em seguida, frisou Evola que “é estranho o destino das palavras”, posto que o vocábulo “revolução”, em sua acepção latina original expressava exatamente “um movimento que remete ao ponto de partida, à origem”.[14]

Ainda no mesmo sentido, observou Hilaire Belloc, no primeiro capítulo de seu livro Danton, que a Revolução é "a reversão para o normal – um repentino e violento retorno às condições que constituem as bases necessárias para a saúde de qualquer comunidade política",[15] e João Ameal prelecionou, na obra No limiar da Idade-Nova, que "a verdadeira revolução – a única – só poderá ser aquela que (de acordo com o sentido rigoroso do termo), represente a volta ao ponto de partida, restitua o homem ao seu princípio”.[16]

 

A Tradição 

O termo Tradição deriva do vocábulo latino traditio, que, por sua vez, deriva de tradere, palavra que possui o significado de entregar ou de dar e, por seu turno, procede da raiz indo-europeia , que podemos traduzir como dar. Como escreveu Ricardo Dip, ao primitivo indo-europeu se antepôs a preposição latina trans, que significa além, ir além, ou de um lado a outro e que, a um tempo, se pronunciava tras, o que permitiu a redução para tra, como aparece em vocábulos como tradere e traditio.[17]

Ainda como expôs Ricardo Dip, tanto pela preposição latina trans quanto pelo termo indo europeu , significa o vocábulo traditio “algo que transita de alguém, ou de algo, para além; alguma coisa que se dá ou se entrega de um lado a outro”. Este essencial dinamismo do significado da palavra traditio é, com efeito, muitíssimo relevante, conforme ponderou Dip, para acentuar o absurdo erro no entendimento que reserva ao vocábulo “tradição” a nota, incondicional, de estaticidade, de oposição ao progresso ou de conservação total.[18]

A Tradição vem a ser a entrega constante, ao longo das gerações, de um patrimônio de valores comuns, mantidos em sua essência, corrigidos sempre que necessário e incessantemente aprimorados,[19] representando, nas palavras de António Sardinha, a “continuidade no desenvolvimento” e a “permanência na renovação”.[20] Algures definida por nós, em paráfrase a José de Alencar, como a “arca veneranda da sabedoria de nossos maiores, consolidada pelos séculos e apurada pelas gerações”,[21] não é a Tradição todo o Passado, mas tão somente aquela porção do Passado que, na expressão de Víctor Pradera, “qualifica suficientemente os fundamentos doutrinais da vida humana de relação”, isto é, “o passado que sobrevive e tem virtude para fazer-se futuro”,[22] ou, ainda, nas palavras de Ribeiro Couto, o “Passado que é presente e que é futuro”.[23] Neste sentido, assim distinguiu Hélio Rocha a Tradição do Passado:

Tradição não é simplesmente o passado.
O passado é o marco. A Tradição é a continuidade.
O passado é o acontecimento que fica. A Tradição é o fermento que prossegue.
O passado é a paisagem que passa. A Tradição é a corrente que continua.
O passado é a mera estratificação dos fatos históricos já realizados.
A Tradição é a dinamização das condições propulsoras de novos fatos.
O passado é estéril, intransmissível. A Tradição é essencialmente fecundadora e energética.
O passado é a flor e o fruto que findaram. A tradição é a semente que perpetua.
O passado é o começo, as raízes. A Tradição é a seiva circulante, o prosseguimento.
O passado explica o ponto de partida de uma comunidade histórica.
A tradição condiciona o seu ponto de chegada.
O passado é a fotografia dos acontecimentos. A tradição é a sua cinematografia.
Enfim: Tradição é tudo aquilo que do passado não morreu.[24]

Vista por alguns como figadal inimiga do progresso, é a Tradição, ao contrário, a base, o alicerce de todo progresso autêntico e estável, havendo sido denominada, com efeito, “progresso hereditário” por Vázquez de Mella.[25]  Nesta mesma linha de raciocínio, escreveu Michele Federico Sciacca que “não há progresso verdadeiro ou construtivo sem tradição”, assim como “não há tradição viva e operante sem progresso”,[26] e Plínio Salgado, em estudo sobre a obra de Francisco Elías de Tejada, salientou que “Tradição e Progresso estão de tal sorte unidos, que este não pode existir sem aquela nem aquela sem este”.[27] Em uma palavra, como prelecionou Arlindo Veiga dos Santos, “o pretenso progresso que renega a tradição é eterno recomeço, perpétua imperfeição”,[28] do mesmo modo que “o Presente que nega o Passado não terá Futuro”.[29]

Fio que une as gerações presentes às pretéritas e às futuras, deve ser a Tradição compreendida, pois, não como uma relíquia de museu ou um ser fossilizado, mas sim como uma força viva, dinâmica e atuante, que não se constitui na antítese do Progresso, mas em seu pressuposto. “Fonte de permanente renovação”, na frase de Alfredo Buzaid, a Tradição nos subministra, conforme enfatizou este, “o passado vivo, com os seus exemplos, as suas aspirações, o seu legado de saber e de experiências”.[30]

Isto posto, cumpre ressaltar que a fidelidade às raízes, raízes do Homem enquanto ser essencialmente histórico e tradicional, exprime o mais profundo sentido de Tradição, que não exclui, de forma alguma, a razão criadora.[31] Aliás, podemos dizer que não há doutrina política mais racional do que o tradicionalismo, tanto quanto podemos dizer que não existem ideologias mais irracionais do que aquelas produzidas pelo denominado racionalismo, a saber, o liberalismo e seus filhotes, e tanto quanto podemos dizer que não há doutrina política mais renovadora e revolucionária na acepção mais própria do termo do que o tradicionalismo.

 

A Revolução

Conscientes do dever, mais do que nunca urgente, de sustentar a Tradição, expressa, como acentuou Marcello Veneziani, no trinômio “Deus, Pátria e Família”,[32] nós, que, do mesmo modo que António Sardinha, proclamamos que, “como homens de tradição, somos assim renovadores e, como tal, revolucionários”,[33] consideramos ser necessária, na hora presente, uma autêntica Revolução para a defesa da Tradição. Tal Revolução não será senão a Revolução destinada a restaurar, nas palavras de Plínio Salgado, “o primado do Espírito, da Inteligência, da Verdade”.[34]

Como escreveu o autor de Psicologia da Revolução no prefácio à primeira edição de tal obra, que data de 1933, o Homem tem o direito de interferir na marcha da História e quando uma sociedade está se dissolvendo e um país está na iminência de se desagregar esta intervenção se impõe como um inelutável dever.[35]

Ora, uma vez que nossa Sociedade se encontra inegavelmente à beira da dissolução, consumida pelo materialismo, pelo hedonismo, pelo mamonismo, enfim, pelo espírito burguês, e estando nosso País, da mesma forma, percorrendo o infausto caminho que conduz à desagregação, temos o dever irretorquível de interferir na marcha da História, restaurando o Primado do Espírito, da Inteligência e da Verdade e reconduzindo a Nação às bases morais de seu nascimento e formação.

Conscientes de que, conforme sentenciou Corneliu Codreanu, “o homem novo e a nação renovada pressupõem uma grande revolução espiritual de todo o povo, isto é, uma mudança da orientação espiritual moderna, e uma ofensiva categórica contra essa organização”,[36] proclamamos que a autêntica Revolução deve principiar no Homem, correspondendo à Revolução Interior, ou Revolução do Espírito, de que fez Plínio Salgado um dos pilares fundamentais de sua Doutrina cívico-política. Esta Revolução se configura numa mudança de atitude em face dos problemas que lhe são apresentados, numa transmutação total de valores que, de acordo com o sentido cósmico e tradicional do vocábulo “Revolução”, implica na restauração daquele a quem podemos denominar o Homem Autêntico, Homem Integral, ou, simplesmente, o Homem. Daí podermos chamá-la, como o fizeram João Ameal[37] e Plínio Salgado, a “Reconstrução do Homem”, título, aliás, de uma das mais importantes obras deste último.[38]

A Revolução do Espírito, que é, nas palavras de Fulton Sheen, “a verdadeira revolução (...), revolução de dentro para fora”, que muda os corações, “revolução semelhante à que descreve o Magnificat, que foi mil vezes mais revolucionário do que o manifesto de Karl Marx, em 1848”,[39] se faz necessária porque, como ponderou Chesterton, para quem, com efeito, “não há na história uma única revolução que não seja uma restauração”,[40] o homem moderno é "um viandante que se perdeu na estrada" e que "tem de regressar ao ponto de partida, se quiser se lembrar de onde veio e para onde vai".[41] 

A Revolução Interior, pela qual o Homem muda a totalidade dos conceitos, dando a si próprio um novo e superior sentido de vida, se traduz, antes de tudo, como salientou Plínio Salgado, na autoimposição de “normas de nobreza tanto na vida particular como na vida pública”,[42] se constituindo, em última análise, numa obra de educação, ou de reeducação. Vitória decisiva do Ente Humano em sua Guerra Interior, iniciada ao nascer, é a Revolução Interior, da qual surge o Homem Novo, uma Revolução Permanente, implicando, do mesmo modo que a Guerra Interior, num combate perene do Homem contra si próprio, ou do Homem Novo contra o Homem Velho, este portando a tendência ao mal e aquele a se iluminar com a “luz que de si mesmo tira e que é a aspiração ao Bem”.[43]

Já nos havendo estendido além do que inicialmente pretendíamos, encerramos aqui a presente comunicação, salientando que o preceito da hora que passa não é o lamento sobre o fato de vivermos num Mundo em ruínas, ou, como diria Evola, “num mundo de ruínas” (in un mondo di rovine),[44] mas sim a ação, o combate em defesa da Tradição e em prol da edificação de uma Nova Civilização Tradicional. Tendo plena consciência de que esta Nova Civilização Tradicional somente poderá ser edificada por uma autêntica Elite, uma Aristocracia do Espírito, proclamamos a imperiosa e inelutável necessidade de nos fazermos, por meio da Guerra e da Revolução Interior, autênticos Homens Nobres, dispostos a tudo sacrificar, exceto a salvação de suas almas, na luta em nome dos valores tradicionais consubstanciados na trilogia “Deus, Pátria e Família”, nobre e excelsa como nenhuma outra no Mundo.


Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira


* Comunicação apresentada no último dia 12 de setembro d 2014, no IV Encontro Internacional Evoliano.


Notas:
[1] Metapolitica y tradicionalismo. Disponível em: http://disenso.info/?p=1949. Acesso em 08 de setembro de 2014. Tradução nossa.
[2] La lección política de Navarra, in Reconquista, Ano I, Vol. I, n. 2, São Paulo, 1950, p. 127. Tradução nossa.
[3] De pai para filho: elogio da Tradição, Tradução de Orlando Soares Moreira, Edições Loyola, 2005. Obra originalmente escrita em italiano.
[4] In Fernando CAMPOS (Organizador),Os nossos mestres ou Breviário da Contra-revolução: juízos e depoimentos, Lisboa, Portugália Editora, 1924, p. 147.
[5] Sobre a Revolução, Tradução de Denise Bottmann, Apresentação de Jonathan Schell, 1ª edição, São Paulo, Companhia das Letras, 2011, 2ª reimpressão (2014), p. 73.
[6] Idem, pp. 73-74.
[7] Parvenu à la 25ème anné (sobre a perseguição contra a Igreja Católica), Tradução de J. de Freitas Guimarão Ablas, 1ª edição, Petrópolis, Vozes, 1947. Encíclica dada em Roma a 19 de março de 1902.
[8] O homem revoltado, Tradução de Valerie Rumjanek, 10ª edição, Rio de Janeiro, Record, 2013.
[9] L’illusion libérale, in Ouevres complètes, Paris, Lethielleux, Tomo X, 1929, p. 325.
[10] A Monarquia Tradicional. Disponível em: http://cristianismopatriotismoenacionalismo.blogspot.com.br/2010/05/monarquia-tradicional.html. Acesso em 08 de setembro de 2014.
[11] Exposição em torno do projeto de lei agrária, o problema da terra e a valorização do homem in Discursos parlamentares (Volume 18 – Plínio Salgado), Seleção e introdução de Gumercindo Rocha Dorea, Brasília, Câmara dos Deputados, 1982, p. 613.
[12] Los hombres y las ruínas, Tradução e estudo preliminar de Marcos Ghio, Buenos Aires, Ediciones Heracles, 1994, p. 22. Tradução nossa. Obra originalmente escrita em italiano.
[13] Citar De Maistre e explicar.
[14] Los hombres y las ruínas, cit., loc. cit. Tradução nossa.
[15] Danton, a study, Capítulo I. Disponível em: http://www.bostonleadershipbuilders.com/belloc/danton/chapter01.htm. Acesso em 09 de setembro de 2014.
[16] No limiar da Idade-Nova, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1934, p. 12.
[17] Segurança jurídica e crise pós-moderna, São Paulo, Quartier Latin, 2012, p. 35.
[18] Idem, loc. cit.
[19] Cf. Victor Emanuel Vilela BARBUY, Idealismo utópico e idealismo orgânico. Disponível em: http://www.integralismo.org.br/?cont=781&ox=137. Acesso em 09 de setembro de 2014; José Pedro Galvão de SOUSA, Clovis Lema GARCIA e José Fraga Teixeira de CARVALHO, Dicionário de Política, São Paulo, T.A. Queiroz, 1998, p. 533.
[20] Ao princípio era o Verbo, 2ª edição, Lisboa, Editorial Restauração, 1959, p. 10.
[21] Idealismo utópico e idealismo orgânico, cit. O trecho de José de Alencar por nós parafraseado se encontra em A propriedade, Prefação do Conselheiro Dr. Antônio Joaquim Ribas, Rio de Janeiro, B. L. Garnier – Livreiro-Editor, 1883, p. 2.
[22] O Novo Estado, Tradução portuguesa, Lisboa, Edições Gama, 1947, p. 15.
[23] Entre mar e rio, 3ª edição, in Poesias reunidas, Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1960, p. 446.
[24] Apud Derval Cardoso GRAMACHO, Toré: uma tradição inventada na etnogênese dos Kiriri, Dissertação apresentada ao Colegiado do Curso de Mestrado em Cultura, Memória e Desenvolvimento Regional, do Campus V da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), como requisito para obtenção do grau de Mestre, Santo Antônio de Jesus, Bahia, 2010, p. 7.
[25] Vázquez de Mella (antologia), Seleção, estudo preliminar e notas de Rafael Gambra, s/d, p. 22. Disponível em: http://www.scribd.com/doc/29642956/Vzquez-de-Mella-Antologia. Acesso em 10 de setembro de 2014.
[26] Revolución, Conservadurismo, Tradición, in Verbo, série XIII, número 123, Madri, Março de 1964, p. 293.
[27] O ritmo da História, 3ª edição (em verdade 4ª), São Paulo, Voz do Oeste; Brasília, INL (Instituto Nacional do Livro), 1978, p. 205.
[28] Sob o signo da fidelidade: considerações históricas. São Paulo: Pátria-Nova, s/d, p. 4.
[29] Ideias que marcham no silêncio. São Paulo: Pátria-Nova, 1962, p. 76.
[30] A missão da Faculdade de Direito na conjuntura política atual, in Ensaios literários e históricos,São Paulo, Editora Saraiva, 1983, p. 228.
[31] José Pedro Galvão de SOUSA, Clovis Lema GARCIA e José Fraga Teixeira de CARVALHO, Dicionário de Política, cit., p. 533.
[32] De pai para filho: elogio da Tradição, cit., p. 138.
[33] A Teoria das Cortes Gerais, 2ª edição, Lisboa, qp, 1975, p.283. Grifos em itálico no original.
[34] Psicologia da Revolução, 6ª edição, in Obras Completas, 2ª edição, volume VII, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p.9.
[35] Idem, loc. cit.
[36] Manual del Jefe de la Guardia de Hierro,Tradução castelhana de Manuel de la Isla Paulin, 2ªedição, Barcelona, Ediciones Ojeda, 2004, p. 93.
[37] Europa e os seus fantasmas, Porto, Livraria Tavares Martins, 1945, p. 319.
[38]  Reconstrução do Homem, 2ª edição, Rio de Janeiro, Livraria Clássica Brasileira, s/d.
[39] Filosofias em luta, Tradução de Cypriano Amoroso Costa, Rio de Janeiro, Livraria Agir Editora, 1946, p. 18.
[40] O que há de errado com o mundo, Tradução de Luíza Monteiro de Castro Silva Dutra, Campinas, São Paulo, Ecclesiae, 2013, p. 42.
[41] The New Jerusalem, Londres, Hodder & Stoughton, 1920, p. I.
[42] Espírito da burguesia, 3ª edição, in Obras completas, 2ª edição, volume XV, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 47.
[43] O ritmo da História, cit., p. 67.
[44] Orientamenti, Padova, Edizioni di Ar, 2000,p. 18.


13/11/2014, 17:38:28



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