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Militofobia nos Jogos Pan-Americanos

Diversos esportistas brasileiros, todos eles militares, têm prestado continência à Bandeira e ao Hino Nacional ao receber suas medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, iniciados no último dia 10 de julho. Este gesto, admirado pela esmagadora maioria do povo brasileiro, essencialmente patriota e nacionalista no sentido justo e edificador do termo e ufano das nossas Forças Armadas, tem sido, como já era de se esperar, duramente criticado por grande parte das chamadas “esquerdas”[1] “brasileiras”, cuja patológica “militofobia” é, aliás, bastante conhecida.

Isto posto, faz-se mister sublinhar que as chamadas “esquerdas” “pátrias” são profundamente “militofóbicas” tanto no sentido de que possuem aversão aos militares quanto no sentido de que têm medo deles, nada receando mais, com efeito, do que a possibilidade de um novo Levante como aquele de 31 de Março de 1964. Este, cumpre ressaltar, não foi apenas militar, mas também civil, irmanando civis e militares na defesa de Deus, da Pátria, da Família e das liberdades concretas e contra a demagogia, a corrupção e as ideologias exóticas e espúrias, em particular o comunismo, falsa religião do ódio, do materialismo e da desagregação moral e social.
 

As continências dos nossos atletas militares aos
símbolos nacionais e a militofobia esquerdista

Por falar em “militofobia” e em civis e militares, as “nossas” “esquerdas” são tão “militofóbicas” que muitas vezes parecem interpretar a clássica expressão “Sociedade Civil”, que nada mais é que a própria Sociedade, hierarquia de Grupos Naturais a que pertencem tanto os civis quanto os militares, num sentido bastante diverso, que exclui todos os militares.

Leonardo de Deus ganhou ouro na natação e prestou a continência no pódio.

Segundo muitos de “nossos” “esquerdistas” “militofóbicos”, o gesto de continência ao Hino e à Bandeira Nacional são manifestações ideológicas, historicamente proibidas pelo Comitê Olímpico Internacional. Em verdade, porém, tais continências nada têm de ideológico, se constituindo em manifestações de respeito aos símbolos nacionais, obrigatórias a todos os militares, conforme o Decreto nº 818, de 7 de maio de 1993, que deu nova redação a alguns dispositivos do Decreto nº 88.513, de 13 de julho de 1983, que dispõe sobre o Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas. 

Consoante aduz o caput do artigo 18 do supramencionado Decreto nº 818, “a continência individual é a forma de saudação que o militar isolado, quando uniformizado,[2] com ou sem cobertura, deve aos símbolos, às autoridades e à tropa formada, conforme estabelecido no artigo 15” do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas.

Assim, a continência que os nossos militares têm prestado aos símbolos nacionais nos Jogos Pan-Americanos de Toronto são uma demonstração do mais lídimo patriotismo e do mais sadio e nobre nacionalismo, que deve ser aplaudida por todos os autênticos brasileiros, e não uma manifestação ideológica, como querem muitos dos adeptos das ideologias alienígenas, materialistas, antitradicionais e antinacionais da chamada “esquerda”. É mister ressaltar, aliás, que boa parte desta “esquerda” “militofóbica” aplaudiria os mesmos atletas, caso estes fizessem, em lugar da continência aos símbolos nacionais, a saudação comunista – esta sim, evidentemente, ideológica -, erguendo o punho esquerdo cerrado, como aplaudiu, com efeito, os corruptos “ex”-terroristas[3] José Dirceu e José Genoíno, do autointitulado “Partido dos Trabalhadores”, quando estes fizeram, recentemente, esta saudação infame.

Antes de pôr termo ao presente artigo, julgamos oportuno salientar que os nossos atletas militares, produto de um bem-sucedido projeto de parceria entre as Forças Armadas e o Comitê Olímpico Brasileiro, iniciado em 2009 e intitulado Programa de Alto Rendimento das Forças Armadas, já conquistaram dezenas de medalhas em diversas competições internacionais e a eles se deve, em grande parte, o sucesso que tem tido o Brasil nos Jogos Panamericanos de Toronto, nos quais nosso País ora ocupa o honroso terceiro lugar no quadro de medalhas.

Ouro no judô, Charles Chibana também prestou continência na competição.

Ainda antes de concluir este breve artigo, reputamos ser mister sublinhar que nem todos os “esquerdistas” do Brasil se opõem às continências prestadas pelos nossos atletas militares aos símbolos da Nação Brasileira. O próprio Ministério da Defesa, infelizmente hoje dominado por “esquerdistas”, apoiou plenamente o gesto dos nossos atletas, havendo, inclusive, publicado em sua página na rede social Facebook, uma fotografia em que o atleta militar Leonardo de Deus, nadador campeão dos duzentos metros estilo borboleta nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, aparece prestando continência ao Pavilhão Nacional. Na aludida imagem se encontram transcritas algumas das palavras ditas pelo nadador patrício em recente entrevista a respeito da questão, a saber: “Somos ensinados que, sempre que o Hino toca, o militar, por respeito, tem que prestar continência e ficar em posição de sentido. É uma forma de respeito pela minha Bandeira e meu País”.

Encerramos estas linhas manifestando nosso total repúdio aos “esquerdistas” “militofóbicos” que têm se erguido contra os atletas militares que têm, patrioticamente, cumprido seu dever de prestar continência aos símbolos da Nação, assim como o nosso integral apoio a estes atletas, exemplo não apenas de capacidade esportiva, mas também de civismo, de patriotismo e de verdadeiro nacionalismo.

Por Cristo e pela Nação!


Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira.
São Paulo, 18 de julho de 2015-LXXII.



Notas:
[1] Grafamos a expressão “esquerdas” entre aspas porque à luz da nossa concepção integral do Universo, da Sociedade e das Nações não existe “direita” nem “esquerda”, segundo a concepção moderna de tais termos, que remonta à chamada Revolução Francesa.
[2] Cumpre destacar que por “uniformizado” se compreende não apenas o militar vestido com sua farda tradicional, mas também o esportista militar em seu uniforme esportivo.
[3] Grafamos o prefixo “ex”, entre aspas por considerar que não existem ex-terroristas, assim como também não existem ex-assassinos, mas, no máximo, terroristas e assassinos arrependidos, o que, aliás, não é o caso dos terroristas mencionados no presente artigo.


20/07/2015, 14:38:50



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