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Diário Nacional

As opiniões expressas nos textos e comentários aqui postados  não representam  opiniões da Frente Integralista Brasileira; a responsabilidade é de seus respectivos autores.


A única via nacional*

Engana-se redondamente quem pensa que o Integralismo não passa de uma ideologia política no sentido moderno, secular, do termo; que não há nada em seu arcabouço filosófico capaz de distingui-lo das demais ideologias; [1] e esse engano, decerto, só pode se originar de duas fontes: burrice e/ou má-fé.

É simplesmente impossível ter tido contato com os escritos de Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale e, ao mesmo tempo, deixar de perceber o vivo interesse da doutrina integralista pelo resgate e a continuidade dos valores familiares, a integração do indivíduo no seio da coletividade e o desenvolvimento de uma concepção altamente espiritualizada da realidade social.

Ao contrário do que argumentam seus detratores – à esquerda e à direita –, os integralistas estão, e sempre estiveram, bastante cientes de que o comunismo é apenas o sintoma de uma doença muito mais grave, diante da qual o povo brasileiro não pode recuar de jeito nenhum. Essa doença é o materialismo, e o diagnóstico burguês tem contribuído para agravar ainda mais o quadro clínico. Por esse motivo, Plínio Salgado não apenas condenava abertamente a postura reacionária das elites burguesas, como considerava esse tipo de comportamento parte do mesmo mal que alega combater.

Convém lembrar que o integralista é um soldado de Deus e da Pátria. Nesta condição, ele deve ser capaz de rechaçar, com a mesma veemência, as duas faces de Satanás, que são o liberalismo a serviço do capital internacional e a grosseria dos instintos propagandeada pelos comunistas, sempre visando atender as demandas e expectativas do povo humilde e trabalhador, que é o que melhor compreende o significado de ser brasileiro porque é o que tem o Brasil fluindo nas veias. Com isto em mente, Gustavo Barroso defendia que a primeira revolução a ser efetuada não é a revolução política, mas a revolução interior, o que prova de forma cabal que o Integralismo não atua única e exclusivamente na esfera política, mas, antes de tudo, no campo da obtenção de um novo ponto de vista acerca das ideias de nação e de pátria. Em outras palavras, trata-se do incentivo a uma transformação completa – integral – da alma brasileira “(...) no sentido do rigoroso cumprimento de todos os deveres para com a Família, para com a Pátria e para com Deus, que é o Espírito e a Ordem e à Ordem Espiritual por Ele instituída. Só uma revolução Moral pode produzir uma grande e benéfica Revolução Social. Porque esta é projeção daquela. Por isso, a Doutrina Integralista afirma que a primeira revolução do Integralismo é a Revolução Interior”.

Gustavo Aguiar

 

 


 *Texto originalmente publicado na página da Frente Integralista Mineira no Facebook.

[1] Nota da Frente Integralista Brasileira: o termo “ideologia” aparece neste texto com o sentido neutro de “ideário” ou “conjunto de ideias” e não com o sentido negativo de sistema de ideias criado pela razão humana sem consulta à experiência histórica e investido de valor dogmático por seus defensores.

 

 


26/02/2019, 15:39:55



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