A notícia da grande explosão ocorrida no último dia 4 de agosto em Beirute, no Líbano, encheu nossos corações do mais profundo pesar e da mais avultada e intensa consternação.

Se o Mundo inteiro se sensibilizou, com razão, pela tragédia ocorrida na Pátria dos Cedros, o Brasil se sensibilizou muito mais que as outras nações, em razão da imensa comunidade de libaneses e descendentes que possui e pelos profundos laços culturais, políticos, econômicos e afetivos que há muito unem a Nação Brasileira e a Nação Libanesa.

Sempre tivemos pelo Líbano a mais lídima admiração e somos imensamente gratos aos libaneses e seus descendentes por tudo aquilo que há muitos decênios têm feito em prol do engrandecimento do nosso Brasil. A propósito, não podemos deixar de evocar os muitos integralistas ilustres de origem libanesa, a exemplo de Alfredo Buzaid, de seu irmão Aziz Buzaid, de Raul Francisco Tauyr, de Adib Casseb, de Pedro Salomão José Kassab e de Emanuel Pedro Tauyr. Os três primeiros vestiram a camisa-verde e fizeram parte da Ação Integralista Brasileira (AIB) e, portanto, da Primeira Geração Integralista, enquanto Adib Casseb e Pedro Kassab pertenceram à Segunda Geração Integralista, que é a geração daqueles que aderiram aos ideais essencialmente cristãos e brasileiros do Integralismo entre a década de 1940 e o início da década de 1960 e, portanto, na época de atuação do Partido de Representação Popular (PRP) e do apogeu da Confederação dos Centros Culturais da Juventude (CCCJ), também conhecida como Movimento Águia Branca. Por fim, Emanuel Pedro Tauyr, filho do há pouco mencionado Raul Francisco Tauyr, é um expoente da Terceira Geração Integralista, que se desenvolveu entre meados da década de 1960 e fins da década de 1980.

O brilhante jurista, advogado, magistrado, professor universitário e homem de letras Alfredo Buzaid, Ministro da Justiça no Governo Médici e autor do Código de Processo Civil Brasileiro de 1973, foi e é, sem dúvida alguma, um dos maiores jurisconsultos pátrios de todos os tempos e um dos mais notáveis homens de mil da “pujante geração integralista” de que nos falou Gumercindo Rocha Dorea[1] e que, reunindo, na expressão de Miguel Reale, “o que havia de mais fino na intelectualidade da época”,[2] constituiu, nos dizeres de Gerardo Mello Mourão, o “mais fascinante grupo da inteligência do País”.[3] Se Deus assim o permitir, em breve escreveremos um artigo apenas sobre esse tão nobre quanto injustiçado bandeirante do Espírito, que foi também diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, a velha e sempre nova Academia do Largo de São Francisco, assim como Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e membro de instituições como a Academia Paulista de Letras, a Academia Paulista de Direito, a Academia Paulista de Letras Jurídicas e o Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, todas da Capital Paulista, e a Academia Nacional de Direito, do Rio de Janeiro, tendo recebido inúmeras comendas do Brasil e do Líbano, assim como a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, de Portugal, e a Grã-Cruz de São Raimundo Penaforte, da Espanha.

Tanto Alfredo Buzaid quanto seu irmão mais novo, Aziz, foram exemplares acadêmicos da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde o primeiro colou grau em dezembro de 1935 e o segundo em janeiro de 1939. Ambos pertenceram à Sociedade de Estudos Políticos, importante núcleo de estudos da realidade e dos problemas nacionais que, sob a liderança de Plínio Salgado, reuniu grandes intelectuais preocupados em dar um novo rumo ao País e foi, em verdade, o embrião da Ação Integralista Brasileira (AIB), oficialmente fundada aos 7 de Outubro de 1932, quando do lançamento do Manifesto de Outubro, de Plínio Salgado. Alfredo Buzaid, que acabara de lutar contra as forças da ditadura varguista na Revolução de 9 de Julho daquele ano de 1932, ingressou no Movimento do Sigma (Integralismo) logo após o seu nascimento oficial, o mesmo fazendo seu irmão Aziz, na época ainda ginasiano. Naqueles conturbados anos 30, os dois irmãos líbano-brasileiros se dedicaram brilhantemente ao jornalismo e à propagação dos ideais integralistas nos jornais O Combate e Gazeta Comercial, ambos de sua pátria Jaboticabal, no Interior de São Paulo, assim como à difusão dos mesmos nobres ideais nas tradicionais Arcadas da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, na Capital Bandeirante. Aziz também chegou a fundar, na época, em Jaboticabal, um centro de estudos que levava o nome de Alberto Torres. Ambos se mantiveram fiéis aos princípios integralistas sintetizados na tríade “Deus, Pátria e Família” até o final de suas vidas terrenas,[4] a de Aziz terminada bastante cedo, em 1941, e a de Alfredo cinco décadas mais tarde, em 1991.

Igualmente fiel aos sãos princípios cristãos e brasileiros da Doutrina do Sigma permaneceu até o fim Raul Francisco Tauyr, que, como Alfredo Buzaid, lutou na Revolução de 1932 e depois de seu término ingressou nas fileiras da Ação Integralista Brasileira (AIB). Nascido em 1916 na Capital Paulista, viveu ele a maior parte da existência terrenal em São José do Rio Preto, no Interior da Província Bandeirante, onde atuou como economista, contador e despachante policial e foi durante anos dirigente do Partido de Representação Popular (PRP), agremiação política que levava adiante a chama dos nobres ideais integralistas e pela qual foi eleito vereador por três vezes, em 1955, 1959 e 1963, ocupando, portanto, a vereança nas legislaturas que se estenderam entre 1956 e 1959, 1960 e 1963 e 1964 e 1968. Um dos mais importantes líderes integralistas do Interior Paulista em geral e da região rio-pretense em particular, Raul Francisco Tauyr faleceu em 1994 em São José do Rio Preto, onde existe hoje uma avenida que leva seu nome.

Adib Casseb, por seu turno, foi advogado, professor universitário, procurador do IPESP (Instituto de Previdência de São Paulo), destacado líder do laicato católico paulista e fundador e diretor da revista católica Hora Presente, da Capital Paulista, que circulou entre os anos de 1968 e 1978 e em que colaboraram, dentre outros, José Pedro Galvão de Sousa, Ítalo Galli, José Orsini, Clovis Lema Garcia, Claudio de Cicco,  Alfredo Leite, Gerardo Dantas Barreto, José Fraga Teixeira de Carvalho, Alfredo Lage, Ricardo Dip, Maria Amélia Salgado Loureiro, René Penna Chaves, Lauro de Barros Siciliano, Mario Busch, Monsenhor Emílio Silva de Castro e Francisco Elías de Tejada, além dele próprio e dos há pouco mencionados Alfredo Buzaid e Pedro Kassab. Natural de Ibirá, no Interior de São Paulo, Adib Casseb formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo em 1947 e mais tarde se doutorou pela mesma Instituição e lecionou nela e também nas faculdades de Direito de São Bernardo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, da Universidade Católica de Campinas e das Faculdades Integradas de Guarulhos, assim como na Faculdade de Arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie e na Faculdade de Economia São Luís, tendo sido, ainda, coordenador do curso de pós-graduação das Faculdades Integradas de Guarulhos, fundadas e então dirigidas pelo notável advogado, jurisconsulto e sociólogo patrício Adolfo Vasconcelos Noronha, aliás, também integralista.

Já Pedro Sebastião José Kassab ou apenas Pedro Kassab, como é mais conhecido, foi um grande médico e também um homem de letras de inegáveis méritos, tendo sido eleito membro da Academia Paulista de Letras pouco antes de sua morte, em 2009, e, como restou dito, colaborador da revista Hora Presente. Nascido na Capital Paulista em 1930, era sobrinho-neto do monge e sacerdote católico maronita libanês Nimatullah Kassab Al-Hardini, canonizado pelo Papa São João Paulo II em 2004.

Emanuel Pedro Tauyr, nascido no ano de 1948 em São José do Rio Preto, no Interior Paulista, é médico, advogado e jornalista, tendo sido vereador em sua cidade natal na legislatura que se estendeu de 2005 a 2008 e suplente naquela que se iniciou em 2009 e terminou em 2012, assumindo o cargo entre 1º de março de 2011 e 1º de abril de 2012. Foi também vice-presidente do diretório municipal do PRONA (Partido de Reedificação da Ordem Nacional) de São José do Rio Preto entre os anos de 1995 e 1996 e candidato a vice-prefeito da mesma municipalidade por esta agremiação política em 1995. Presidiu durante cinco anos o núcleo da Sociedade de Veteranos de 1932 – MMDC de São José do Rio Preto e, quando menino, teve a honra de conhecer Plínio Salgado, numa visita que este fez a seu pai, o Sr. Raul Francisco Tauyr, de quem já falamos. Aos 7 dias do mês de outubro de 1995, ano em que se completou um século do nascimento do autor da Vida de Jesus e de Primeiro, Cristo! (Plínio Salgado), publicou o Dr. Emanuel Pedro Tauyr, no jornal A Notícia, de seu município natalício, o significativo artigo O centenário de Plínio Salgado, depois enfeixado na obra Anais do Centenário e da 2ª Semana Plínio Salgado, organizada por Gumercindo Rocha Dorea e dada à estampa em 1996.[5]

Entre os inúmeros membros da colônia líbano-brasileira que militaram no Movimento do Sigma figuram, ainda, o advogado, dirigente esportivo e político Nabi Abi Chedid e o advogado, jurisconsulto e político Ibrahim Abi-Ackel, este último Ministro da Justiça entre os anos de 1980 e 1985, durante o governo do General João Batista Figueiredo.

Nascido em Ramarith, no Líbano, em 1932, Nabi Abi Chedid exerceu dez mandatos como deputado estadual em São Paulo e foi presidente do Clube Atlético Bragantino e da Federação Paulista de Futebol e vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Confederação Sul-Americana de Futebol. Na juventude, militou ativamente no Partido de Representação Popular (PRP), fazendo parte, assim, da Segunda Geração Integralista. Eleito vereador em Bragança Paulista pelo PRP em 1958, foi, durante seu mandato, presidente da Câmara dos Vereadores daquela cidade, tendo em tal cargo recepcionado o Presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira, quando da inauguração da Rodovia Fernão Dias. Em 1962, elegeu-se deputado estadual pelo PRP, agremiação política a que permaneceu filiado até 27 de outubro de 1965, quando o Ato Institucional nº 2 (AI-2) pôs fim a todos os partidos políticos então existentes. Logo depois aderiu, como a maior parte dos parlamentares integralistas, à recém-criada Aliança Renovadora Nacional (ARENA). Exerceu ao todo, como restou dito, dez mandatos na Assembleia Legislativa de São Paulo. Em 2009, três anos depois de seu falecimento, o estádio do Clube Atlético Bragantino, em Bragança Paulista, passou a se chamar Nabi Abi Chedid.

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Ibrahim Abi-Ackel, por seu turno, nasceu em Manhumirim, em Minas Gerais, no ano de 1927, e ingressou no Movimento Integralista no período em que se cursou a Faculdade Nacional de Direito da então Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), instituição pela qual se formou em 1950 e posteriormente recebeu o título de doutor em Direito Público. Militou ativamente no Partido de Representação Popular (PRP) e no Movimento Águia Branca por alguns anos e colaborou nos jornais integralistas Idade Nova e A Marcha. Foi vereador em Manhumirim entre 1955 e 1959, deputado estadual em Minas Gerais entre os anos 1963 e 1975 e deputado federal por Minas Gerais de 1975 a 1980 e de 1989 a 2007, assim como Ministro da Justiça de 1980 a 1985. Foi líder da ARENA na Assembleia Legislativa de Minas Gerais em 1966 e líder do Governo na mesma Assembleia em 1970, assim como Secretário da Defesa Social do Estado de Minas Gerais, Procurador-Geral da Prefeitura de Belo Horizonte e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e recebeu, em 1981, a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo, de Portugal. É membro do Centro de Estudos de Direito Romano e Sistemas Jurídicos da Universidade Nacional de Brasília (UNB), da Academia Internacional de Jurisprudência e Direito Comparado, da Societé Internationale de Criminologie e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e, como o há pouco mencionado Professor Alfredo Buzaid, autor de diversas obras jurídicas e também de algumas obras não jurídicas.

Além dos integralistas de origem libanesa, merecem ser lembrados os simpatizantes do Integralismo de mesma origem, a exemplo do médico, poeta, escritor e político Salomão Jorge e do escritor, historiador, poeta, advogado, jurisconsulto e político Pedro Paulo Filho. O primeiro, nascido em Petrópolis no ano de 1902 e falecido em São Paulo em 1991, foi um dos fundadores da Academia Petropolitana de Letras e vereador e Presidente da Câmara dos Vereadores de sua bela cidade natal e, mais tarde, deputado estadual em São Paulo, liderando por vários anos a bancada do Partido Social Progressista (PSP) de Adhemar de Barros na Assembleia Legislativa Paulista. Brilhante orador e poeta, foi Salomão Jorge, aliás, quem proferiu o discurso fúnebre em memória de Plínio Salgado, por ocasião do sepultamento deste, no Cemitério do Morumbi, em São Paulo, em 1975. Pedro Paulo Filho, historiador e poeta dos Campos do Jordão, por sua vez, foi fundador e presidente da Academia de Letras de Campos do Jordão e diversas vezes vereador e presidente da Câmara Municipal daquela formosa e aprazível estância climática, cuja Prefeitura, aliás, chegou a assumir interinamente por um mês. Esse jordanense de Pindamonhangaba, que tanto amou e exaltou a sua adotiva “Montanha Magnífica”, sempre fez justiça ao Integralismo e a Plínio Salgado em suas excelentes obras históricas e, por ocasião da 1ª Semana Plínio Salgado, realizada em São Bento do Sapucaí em outubro de 1993, proferiu uma memorável conferência intitulada Plínio Salgado, esse injustiçado.[6]

Na ampla galeria dos brasileiros de origem libanesa que foram admiradores do Movimento do Sigma, ocupa lugar de particular relevo o nome do Monsenhor Emílio José Salim, em cuja magnífica obra Ciência e Religião,[7] adotada na década de 1930, aliás, em inúmeros seminários de todo o País, figuram algumas das mais belas páginas já escritas sobre o Integralismo e a sua Doutrina. Nascido no Distrito de Sousas, no Município de Campinas, no Interior Paulista, no ano de 1903, o Monsenhor Emílio José Salim doutorou-se em Sagrada Teologia pela Universidade Gregoriana, em Roma, e foi, dentre outras coisas, Cônego Catedrático do Cabido de Campinas, Diretor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Campinas, Vice-Reitor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Reitor da Universidade Católica de Campinas, atual Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Além do há pouco aludido livro Ciência e Religião, o Monsenhor Emílio José Salim, falecido em 1968, publicou, dentre outros escritos, a magna obra Justiça Social: Prontuário da Doutrina Social da Igreja consoante as encíclicas e outros documentos pontifícios.[8]

Outro admirador do Integralismo da comunidade líbano-brasileira é o ex-vereador Wadih Mutran, que, na sessão da Câmara Municipal de São Paulo de 17 de novembro de 2005, fez um belo discurso em homenagem a Plínio Salgado.[9] Mutran era então filiado ao Partido Progressista (PP) de Paulo Maluf, também de origem libanesa e também simpático a Plínio Salgado e ao Integralismo, segundo diversas pessoas que com ele tiveram alguma relação de proximidade, a exemplo do falecido veterano integralista Hélio Pellegrini, várias vezes vereador em Monte Aprazível e fundador do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de São José do Rio Preto e do Núcleo Coronel Nelson de Paula Campos da Sociedade de Veteranos de 1932 – MMDC.

No prefácio de sua monumental obra Os paulistas, João de Scantimburgo evocou uma anedota que lhe fora contada por Gustavo Barroso. Na década de 1930, no auge da campanha integralista, veio o autor de Terra de Sol a São Paulo, onde realizou uma série de conferências. Recebeu-o o então futuro Professor Alfredo Buzaid. Saíram ambos a passear pela Capital Bandeirante e, ao passarem pela Avenida Paulista, diante do Parque Trianon, Gustavo Barroso viu o monumento dedicado a Bartolomeu Bueno e perguntou a quem era dedicado, quem era a figura ali representada. Buzaid, filho de imigrantes libaneses, respondeu-lhe tranquilamente: “De um nosso grande antepassado: Bartolomeu Bueno, o Anhanguera”.[10] Buzaid estava certo ao entender que os bandeirantes eram seus antepassados e era tão paulista e brasileiro quanto os chamados paulistas quatrocentões. A propósito, sua posição revela o quão integrada estava ao nosso País, já naquele tempo, a comunidade libanesa, que, aliás, tem sido uma das comunidades de imigrantes mais integradas ao Brasil.

Não podemos dar por concluído o presente artigo sem antes mencionar o fato de que não apenas descendentes de libaneses, mas também de sírios, como o grande jornalista Nicolau Chauí, militaram nas fileiras do Movimento Integralista.

Encerramos  estas mal traçadas linhas rogando a Deus que abençoe e proteja as duas grandes nações irmãs que são e serão sempre o Brasil e o Líbano e agradecendo ao Altíssimo e à Nação Libanesa por todos os imigrantes dessa bela Terra dos Cedros que um dia se estabeleceram na nossa Terra de Santa Cruz e por seus descendentes aqui nascidos e que, assim como os ancestrais vindos das partes do Oriente Próximo, muito contribuíram para a grandeza, o desenvolvimento e a prosperidade deste vasto Império da América Meridional.

A grande Nação Imperial do Último Ocidente saúda a pequena-grande Nação irmã do Oriente!

Victor Emanuel Vilela Barbuy,

Secretário Nacional de Doutrina e Estudos da Frente Integralista Brasileira,

São Paulo, 16 de agosto de 2020.

Notas:

[1] Citamos de memória.

[2] REALE, Miguel. Entrevista concedida ao Jornal da USP.  Disponível em: http://espacoculturalmiguelreale.blogspot.com/2007/08/entrevista-concedida-pelo-prof-reale-ao.html. Acesso em 14 de agosto de 2020.

[3] MOURÃO, Gerardo Mello. Entrevista concedida ao Diário do Nordeste. Disponível em:

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=414001. Acesso em 1 de agosto de 2020.

[4] Vale lembrar que Alfredo Buzaid se referia a Plínio Salgado como “Chefe” e se dirigia aos integralistas como “companheiros” até o fim da sua existência terrenal, o que, inclusive, podemos ver em cartas como a que mandou a Cláudio De Cápua por ocasião do lançamento da primeira edição de sua pequena biografia de Plínio Salgado e que foi parcialmente transcrita nas edições seguintes de tal obra. Em 1975, por ocasião do falecimento de Plínio Salgado, saudou o Prof. Alfredo Buzaid, em depoimento à revista Veja, a “herança cristã, política e social” do Integralismo e o “sincero idealismo” orgânico e construtor da obra política de seu “Chefe”, Plínio Salgado [Plínio Salgado (1895-1975), in Veja, nº 23, 17 de dezembro de 1975].  

[5] O centenário de Plínio Salgado, in Gumercindo Rocha Dorea (Organizador), Anais do Centenário e da 2ª Semana Plínio Salgado, São Paulo, Edições GRD, 1996, pp.75-77.

[6] Plínio Salgado, esse injustiçado, in Gumercindo Rocha DOREA (Organizador e apresentador), Anais da 1ª Semana Plínio Salgado, São Bento do Sapucaí, São Paulo, Espaço Cultural Plínio Salgado, 1994, pp. 15-25. Sobre Pedro Paulo Filho, vide nosso texto Pedro Paulo Filho, in memoriam (Disponível em: https://www.integralismo.org.br/personalidades/pedro-paulo-filho-in-memoriam/. Acesso em 16 de agosto de 2020.

[7] Sciencia e Religião, 1ª edição, São Paulo, Escolas Profissionais Salesianas, 1934/1937, 2 volumes. As páginas sobre o Integralismo se encontram no segundo volume.

[8] Justiça Social: Prontuário da Doutrina Social da Igreja consoante as encíclicas e outros documentos pontifícios. São Paulo, Serviço de Publicações da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1952.

[9] O texto do discurso de Wadih Mutran em homenagem a Plínio Salgado se encontra disponível em: http://www.docidadesp.imprensaoficial.com.br/NavegaEdicao.aspx?ClipID=CN3HSNTT8JMF2eC6OEJD827BJOL&PalavraChave=Casa%20de%20pl%C3%ADnio%20Salgado&fbclid=IwAR2g-s37B62akhAIIWO-yUBYkSwTKxlpO1R4xwxjl1BP502vTHZ5L_PeVzQ. Acesso em 16 de agosto de 2020.

[10] Os paulistas, 4ª edição, São Paulo, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2006, p. 14.

OBS: A a imagem que acompanha este artigo é do Prof. Alfredo Buzaid.

Texto publicado em 18 de agosto de 2020 e editado pela última vez em 23 de agosto do mesmo ano.

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