No dia sete de Setembro de 2019, onde celebramos a marcante data da Independência do Brasil, daquilo que representa a Pátria e do enaltecimento cívico das nossas Forças Armadas… Policiais, Bombeiros Militares e todo tipo de instituição e comportamento que se relaciona com um Brasil sério, disciplinado, viril, grandioso e heroico, este Brasil Eterno que a esquerda, corporações midiáticas e quase a totalidade da indústria cultural ataca, distorce e dele escarneia, numa estratégia de minar e impossibilitar qualquer mínimo sentimento de orgulho e identidade entre nós brasileiros; ocorreu um ato político especial e, queremos crer, de singular importância para os rumos dos movimentos políticos e sociais nos próximos anos na dissidência brasileira.

Depois de décadas de total controle de uma narrativa uníssona, promovida e tutelada pela grande mídia, elite artística e elite acadêmica, a conjuntura de legitimas contestações fez tal castelo de mentiras e falácias ruir com o advento da internet e do sistemático uso das redes sociais e canais de mídia alternativos. Esta realidade nos levou, no Brasil e em todo o Ocidente, a eleições e a ascensão de forças políticas que até há pouquíssimos anos atrás nos seria completamente inimaginável.

Neste ambiente atual, riquíssimo em potencialidades e de amplas perspectivas, a ACCALE, a FIB – RJ, integralistas e nacionalistas de Terceira Posição, alguns não vinculados mas simpatizantes dessas organizações, realizaram um evento comemorativo do Sete de Setembro por ocasião das comemorações dessa data, no Centro da Cidade do Rio de Janeiro.

Cabe ressalvar que, usualmente, a militância esquerdista domina as esquinas e vielas do Centro Histórico do Rio de Janeiro, por ocasião do Sete de Setembro, protagonizando a odiosa marcha denominada “Grito dos Excluídos” que reúne, aos milhares, toda sorte de degenerados, hedonistas, tomados pelo niilismo pós moderno. A caminhada dos nossos 50 Soldados de Deus, foi portanto, antes de tudo, um ato de coragem e de desafio às forças das trevas que nessa pós modernidade se vestem de vermelho.

Inobstante, foi um ato despretensioso, festivo, entre militantes e amigos de longa data, oriundos da cena nacionalista, carioca e fluminense, porém, de extrema seriedade, pensado e realizado para enaltecer o Brasil Eterno, que a esquerda combate e detesta.

Cerca de cinquenta militantes e entusiastas do integralismo e do nacionalismo de Terceira Posição, mais além de celebrar a Pátria, foram para as ruas repudiar os maiores símbolos da nociva marcha do materialismo moderno. Uma bandeira vermelha com o símbolo bolchevique foi queimada na Praça Mauá, Centro da Cidade, porto histórico do Rio de Janeiro e porta de entrada no país de diversos ícones e comportamentos desconstruídos e promovidos desde sempre pelas forças políticas de esquerda.

Assim, de forma heroica, nesta magnífica e histórica manhã de Sete de Setembro, data que é um marco que representa a independência do nosso amado Brasil, Nação de missão sagrada e mística para toda a humanidade, realizamos o uso do fogo, elemental fundamental para a vida e o progresso dos vivos neste mundo, para destruir e exorcizar um dos maiores símbolos da impostura, do rancor eterno das forças telúricas e da pior horda de ladrões e genocidas que esta Era já presenciou.

Fogo e Ação contra o Demônio Bolchevique!

Feita a queima ritual da bandeira vermelha, inspirados pelas chamas que tragam o símbolo do mal que ela representam, entre salvas e urros de brasilidade, a marcha dos 50 Bravos se dirigiu ao local do evento cívico, a poucas quadras dali, na Avenida Presidente Vargas, onde os militantes, todos devidamente uniformizados com camisas negras e tendo por escudo a bandeira nacional, carregavam, com orgulho, uma extensa faixa com os dizeres: “Deus, Pátria e Família”. Com bandeiras da República do Brasil, do Império do Brasil, do Sigma, da ACCALE, faixas de rechaço ao gerente de turno do capital supranacional Emannuel Macron, faixas de proteção da Amazônia e da Soberania do Brasil, e, estendidas ao solo, as bandeiras do bolchevismo soviético e do pavilhão tricolor que passou a ser reconhecido como bandeira francesa, mas que de fato se trata de um dos símbolos do Liberalismo e dos terroristas do século XVIII, que consolidaram os valores e a ordem liberal através do genocídio revolucionário, liberal burguês, que em nada fica a dever aos horrores de seu filho mais ilustre, a Revolução Bolchevique.

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O ato foi uma direta contestação à concluída decadência a que a modernidade nos conduziu. O liberalismo instalado com a Revolução Francesa e o marxismo oposto pela Revolução Bolchevique, seu descendente, são forças complementares de um mesmo materialismo animalesco, cumprindo a trajetória perfeita de miséria espiritual, material e intelectual.

As ressalvas de que o pavilhão tricolor, iluminista, pisoteado e ultrajado no momento, pavilhão liberal e maçônico, NÃO REPRESENTA a verdadeira França, foram feitas diretamente a uma equipe de reportagem do canal de televisão pública francês que, providencialmente, estava cobrindo o evento. Nessa ocasião, os votos de “todo apoio aos coletes amarelos” e de que a verdadeira França era representada por Carlos Magno, São Luiz, Joana D’arc, Charles Maurras e J.M. LePenn e NUNCA por Emanuel Macron, foram feitas pelo Presidente da FIB no Rio de Janeiro, Eduardo Fauzi à equipe de reportagem francesa.

As bandeiras, bolchevique e revolucionária liberal (“francesa”), opostas no passeio público, foram imediatamente e espontaneamente hostilizadas por crianças, famílias e as camadas mais populares da população brasileira. Como numa memória da alma, o Povo, mesmo sem saber explicar, rechaça o demônio siamês liberal/marxista e aguarda a reorganização da eterna verdade que traz a TERCEIRA POSIÇÃO.

Neste simples ato dos corajosos cinquenta Soldados de Deus, estes que estiveram nas ruas, que saíram da castrada vida virtual, puderam demonstrar com clareza a sua paradigmática e fundamental oposição simultânea ao Liberalismo e ao Marxismo! Sem esquecer nenhum dos dois! Sem querer culpar um e advogar abertamente em favor do outro. Ambos representados pelas bandeiras cuspidas e pisoteadas pelos populares! O ato foi claro e objetivo ao que queria defender e atacar. Objetividade e a mesma clareza que o verdadeiro Nacionalismo Integralista, a Terceira Posição, desde sempre possuem!

O genuíno Nacionalismo, de base metafísica e espiritual, tem fundamentos e resoluções que perturbam os materialismos de sempre, de 1789 até os dias atuais. Só não vê tal inquestionável evidência os que desconhecem tal cosmovisão, os ingênuos manipulados por teóricos impostores e os mais completos canalhas a serviço das trevas que se materializaram nas forças políticas que desumanizam o homem e o escravizam debaixo dos seus piores impulsos!

Viva o Nacionalismo! Saudemos o grande ato deste Sete de Setembro! A Vitória é nossa! Logo amanhã ou daqui a alguns anos, talvez protelada pelo jogo dos miseráveis inimigos, mas é única e exclusivamente nossa!

Anauê.

Junior
Militante nacionalista

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