Eis que, com renovada alegria, chegamos a mais um Santo Natal e ouvimos em nossos corações novamente o ecoar do anúncio feito pelos anjos aos pastores, há mais de dois mil anos, nos estrelados Céus de Belém: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” (São Lucas, 2, 13-14). Neste tão belo dia, ademais, ressoa do presépio da Cidade de David e de seu divino descendente aos ouvidos de todos os cristãos, docemente repercutindo em suas almas, como disse o Venerável Papa Pio XII, a mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é luz no meio das trevas deste mundo, luz viva, verdadeira e vivificante que não conhece ocaso e nos ilumina a todos.[1]

Há vinte séculos, no alvorecer da Era Cristã, o Verbo Eterno, que é Caminho, Verdade e Vida, fez-se carne e passou a habitar entre nós, nascendo na desolação de uma gruta e de tal modo “nobilitando e santificando a pobreza”, nos dizeres de Pio XII, que “dava assim início à sua missão de doutrina, de salvação, de resgate do gênero humano”, dizendo e consagrando uma palavra que, hoje como ontem, é a palavra de vida eterna, com força para resolver os mais tormentosos e angustiosos problemas do homem, insolúveis para quem dispõe apenas de vistas e meios puramente humanos.[2]

Em nossa última Mensagem de Natal e Ano-Novo, salientamos que o ano de 2018 foi de considerável progresso para o nosso Movimento essencialmente cristão e brasileiro, que, com efeito, conquistou inúmeros novos adeptos e simpatizantes em todo o Brasil e mesmo fora de suas fronteiras e que nele a Frente Integralista Brasileira (FIB) se fortaleceu enquanto escola de civismo, de cultura e de política e também como guardiã do rico legado cultural e moral de Plínio Salgado e da Ação Integralista Brasileira (AIB), assim como de outras instituições integralistas do passado, a exemplo da  Associação Brasileira de Cultura (ABC), do Partido de Representação Popular (PRP) e da Confederação dos Centros Culturais da Juventude (CCCJ).

Como igualmente sublinhamos na aludida Mensagem, no ano de 2018, a difusão dos nobres e elevados ideais da Doutrina Integralista pela palavra escrita e falada foi inegavelmente a maior que vimos desde o início de nossa militância no Movimento do Sigma, no  dealbar deste século e deste milênio, e surgiram e floresceram diversos núcleos integralistas em todos os quadrantes da nossa Terra de Santa Cruz. Consoante de igual modo enfatizamos no referido documento, por palestras, conferências, vídeos, programas radiofônicos, livros e artigos publicados em portais virtuais e em revistas e jornais, inúmeros brasileiros conheceram ao menos um pouco da verdade sobre o grande, admirável e injustiçado Movimento cívico-político-cultural cristão, realista, patriótico, tradicionalista e sadiamente nacionalista que foi, é e seguirá sendo o Integralismo.

É com grande júbilo que afirmamos que o ano de 2019 foi ainda mais profícuo que aquele de 2018 para o nosso magno Movimento do Pretérito e do Porvir e que tudo nos leva a crer que, com a Graça de Deus e pelo bem deste grande Império do Ontem e do Amanhã, serão ainda mais profícuos os próximos anos.

Faz-se mister ressaltar, porém, que, para que tal crescimento seja duradouro, é nosso imperioso dever manter sempre os fundamentos do nosso Movimento na rocha de Cristo, Rei Eterno e Todo Poderoso. Desta forma, nenhum vento ou tempestade poderá nos fazer naufragar e nenhum obstáculo no meio do caminho poderá deter a nossa Marcha. A propósito, fazemos nossas as palavras do nosso nobre companheiro Moises Lima, Secretário Nacional de Doutrina e Estudos da Frente Integralista Brasileira e meu futuro sucessor na Presidência desta, na magnífica mensagem de Natal que ontem vos dirigiu, esperando que o Natal do presente ano vos ajude a revitalizar em vossos corações “o sentido profundo da nossa razão de ser enquanto Movimento”, que não é senão a de “edificar uma sociedade sadia e harmônica que tenha por norte a Cidade Celeste”.

As linhas-mestras do programa de edificação dessa sociedade sadia e harmônica foram indicadas por Pio XII, na luminosa Radiomensagem de Natal de 1942,[3] sendo elas as seguintes, na síntese de Monsenhor Guerry, que fazemos nossa:

1º O respeito à dignidade da pessoa humana e de seus direitos fundamentais e inalienáveis;

2º A unidade interna da sociedade e a unidade própria da família;

3º A nobreza moral do trabalho com todas as suas exigências de reformas sociais para os trabalhadores;

4º A reconstituição profunda da ordem jurídica para a segurança da pessoa humana e a proteção de seus direitos frente aos atos arbitrários de todo o poder humano;

5º Uma concepção do Estado a serviço da sociedade, do homem e de seu destino,[4] cumprindo lembrar que o Estado deve ser, nas palavras de Pio XII, “a unidade orgânica e organizadora de um verdadeiro povo”.[5]

Ao vos dirigir, uma vez mais, a palavra em um novo Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e às vésperas do início de um novo ano da Era Cristã, não podemos deixar de proclamar, novamente, a realeza de Cristo, Mestre dos Mestres e Rei dos Reis, Imperador do Universo e princípio e fim de todas as coisas, fazendo nossas, pois, as seguintes palavras deste tão brilhante quanto desconhecido e injustiçado pensador cristão, católico patrício que foi e é Plínio Salgado:

Seja (…) a exaltação da realeza de Cristo o coroamento destas palavras. Eu a proclamo, do fundo da minha pequenez, com o ardor de um soldado. E como soldado vos convido, ó homens do meu tempo, a aclamarmos o Cristo-Rei, por cujo Reino devemos ir à luta, uma luta diferente, porque não seremos portadores de morte, mas de vida; nem de aflições, mas de consolações, nem de crueza, mas de bondade.

E Vós – ó Jesus, a quem tanto amamos, e que estais tão abandonado pelas nações no século dos horrores, como Vos prefigurou na tábua apocalíptica o pintor neerlandês [Van Aeken, o Bosch] – recebei o nosso preito de soldados fiéis, e socorrei-nos em nossas fraquezas, para que possamos cumprir quanto desejamos, no empenho de Vos bem servir; pois incapazes somos nós sem Vossa Graça, mas se não faltardes com Ela, ainda que hajamos de cair muitas vezes, outras tantas nos levantaremos, de sorte que, nas horas perigosas, nas horas decisivas e, principalmente, na hora extrema, por Vós, sempre por Vós, estaremos de pé![6]

Havendo observado que Plínio Salgado foi e é um brilhante pensador cristão, católico, e sabendo que infelizmente há, nos meios católicos brasileiros, alguns detratores desse magno adail da Fé e cavaleiro do Brasil Profundo, que, diga-se de passagem, nunca leram suas obras e apenas repetem, como papagaios, velhas acusações absurdas contra ele e sua Doutrina, julgamos ser necessário ressaltar que, como salientou Francisco Elías de Tejada, Plínio Salgado levantou, em toda a sua obra, duas colunas solidíssimas, Cristo e o Brasil.[7] Com efeito, como enfatizou, no mesmo sentido, João Ameal,

Plínio Salgado escreve, fala, apostoliza sob a luz perene da obediência a Cristo; os argumentos que emprega, são colhidos nas divinas palavras; as imagens que levanta, são sugeridas pelas divinas lições, os apelos que lança, são o eco dos divinos apelos e todo o seu programa é reimplantar na consciência dos contemporâneos a figura excelsa do Filho de Deus e incitá-los a que O tomem por modelo e saibam voltar ao integral cumprimento da Sua Lei.[8]

Do mesmo modo, cumpre sublinhar que Plínio Salgado proclamou claramente sua adesão à filosofia de Santo Tomás de Aquino, a quem, em seu entender, devemos seguir como modelo de pensamento e de ação prática,[9] havendo, ainda, deixado bem claro seu entendimento de que a Santa Igreja Católica, sob a liderança visível do Papa, que o Cristo “nos deu por amantíssimo pastor e guia”, é a única Igreja verdadeira e a única esperança para o mundo em ruínas em que vivemos,[10] não podendo, com efeito, se instituir ou manter nenhuma ordem duradoura sem que a Igreja de Cristo – “depositária e fonte de toda a verdade que flui da palavra do Redentor” – seja “ouvida, acatada e respeitada”.[11]

Esta última posição, evidentemente, não impediu Plínio Salgado de lutar, no campo cívico-político, ao lado de brasileiros de outras confissões religiosas, de acordo com os apelos do Papa Pio XI no sentido de unir, no plano político, na luta contra o materialismo, todos aqueles que creem em um Deus e na imortalidade da alma, ou, noutras palavras, todos os espiritualistas,[12] e com o apelo de seu sucessor, o Papa Pio XII, no sentido de unir, no mesmo plano, os católicos àqueles que, embora fora das fileiras católicas, concordem com os princípios da Doutrina Social da Igreja.[13]

Como assinalamos em mensagens anteriores, nós outros, soldados de Cristo Rei e Redentor e da Imperial Nação Brasileira, hoje como ontem, temos a coragem de remar contra a corrente materialista e anticristã da hora que passa, erguendo bem alto a Cruz de Cristo e a bandeira azul e branca do Sigma e fazendo nossos os lemas “Primeiro, Cristo!”, de Plínio Salgado,[14] e “Tudo instaurar em Cristo” (Intaurare omnia in Christo), do Papa São Pio X,[15] este último tirado da Epístola do Apóstolo São Paulo aos Efésios (Ef. 1, 10). Isto porque, como prelecionou o autor da Vida de Jesus, de Primeiro, Cristo! e de O Rei dos Reis, “Deus é a medida do Homem”,[16] assim como de todas as coisas, e “o problema do mundo é espiritual”,[17] sendo nosso dever proclamar o Primado do Espiritual sobre o político e o econômico,[18] e, por conseguinte, igualmente proclamar, como o magno pensador, escritor e líder político patrício, que a salvação do Mundo se dará pela santificação das almas[19] e que “Jesus, o Cristo, o Filho de Deus Vivo, Mestre incomparável e Redentor do Mundo – é a chave de todos os problemas humanos”.[20]

Ainda consoante destacamos em mensagens precedentes, nós outros, que, como Plínio Salgado, lutamos, com todas as nossas forças, pelo Reino de Cristo Rei, por quem sempre estaremos de pé,[21] e que, ainda como o nosso Chefe Nacional, gritamos, também com todas as nossas forças, “que só a soberania de Cristo trará a verdadeira liberdade, conforme aos católicos da Colômbia disse Pio XII”,[22] voltamo-nos, neste Santo Natal, para o Cristo, que é, como diz o Evangelho de São João, “o Caminho, a Verdade e a Vida” (S. João 14,6), bem como “o pão da vida” (S. João 6,35) e a fonte de “água viva”, capaz de saciar para sempre toda a sede de quem a bebe (S. João 4,10-14). E nos voltamos ao Filho do Homem, ao Divino Mestre, em cujas lições sempre procuramos nos inspirar, neste tempo em que impera, em todo o Orbe Terrestre, a inversão dos valores e a confusão dos espíritos, por termos plena certeza de que, conforme escreveu Plínio Salgado, na Carta de Natal e Fim de Ano, de 1935, é na lição de Jesus Cristo e apenas nela que podemos encontrar “a verdadeira linha do Estado, da Sociedade, da Família e do Homem, segundo suas finalidades próprias, seus limites próprios, sua própria essência”.[23] Daí proclamarmos, novamente como o grande apóstolo e bandeirante de Cristo Rei e Redentor e do Brasil Integral que foi e é Plínio Salgado, que o Estado Integral, a um só tempo anti-individualista e antitotalitário, que desejamos edificar na Terra de Santa Cruz, é e deve ser “o Estado que vem de Cristo, inspira-se em Cristo, age por Cristo e vai para Cristo”,[24] e, parafraseando o autor de A imagem daquela noiteA aliança do sim e do não A Tua Cruz, Senhor…, fazermos, uma vez mais, a seguinte profissão de Fé:

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Eu creio em Deus Eterno, Criador e Sumo Regente do Universo; creio na Alma, no Espírito Imortal; creio no livre-arbítrio, no poder optativo, deliberativo da Alma Humana e em sua capacidade de interferir nos acontecimentos históricos, erguendo as multidões e conduzindo-as. Creio em Cristo Rei e Redentor, o Deus Filho, Soberano e Sumo Bem do Cosmos, e na Luz que d’Ele desce e resplende muito mais do que todas as auroras e crepúsculos deste Mundo. Creio que aqueles que O invocam, que Lhe suplicam inspiração, que Lhe pedem com humildade Fé, Esperança, Caridade, Prudência, Justiça, Fortaleza, Temperança, Sabedoria, escutam as misteriosas harpas dos anjos da milícia celeste que despertaram, uma noite, em Belém da Judeia, os homens simples e de boa vontade para que louvassem o Senhor, o Messias, o Rei dos Reis, que acabara de nascer numa manjedoura.

Por Cristo me levantei; por Cristo quero um Brasil grande e forte; por Cristo ensino a doutrina da solidariedade humana e da harmonia social e defendo a Família, cellula mater da Sociedade, o Município, cellula mater da Nação, e todos os demais Grupos Sociais Naturais; por Cristo vos conclamo; por Cristo vos conduzo; por Cristo batalharei, estando disposto a sacrificar a própria vida por Ele e pela Nação.

Na hora da perseguição, das dificuldades e das incertezas para nós e para a Terra de Santa Cruz, quero contar conVosco, ó Cristo! Na hora do triunfo, quero construir conVosco. E quando nos chamarem fracos, ó Cristo, eu Vos peço, dai-nos, do alto da Vossa Divina Glória, a Vossa Fortaleza![25]

***

Um dos mais santos e mais sábios líderes da Igreja Católica do nosso Brasil, que se conta também entre os maiores oradores sacros da Terra de Vera Cruz e entre os mais brilhantes seguidores da Doutrina política de Plínio Salgado, D. Antônio de Almeida Moraes Júnior escreveu, quando Arcebispo de Niterói, um pequeno-grande livro intitulado A Igreja e o comunismo, que assim termina:

 

Nossa Pátria tem sofrido reveses e adversidades, parte em razão de males internos, parte como reflexo da situação mundial. As vicissitudes econômicas da população têm feito derivar, para ideologias subversivas, a esperança de alguns, desconhecedores que são da História e fracos de espírito. Não será o comunismo, com o seu painel de horrorosas realizações, que vai sanar os nossos males, ou trazer-nos qualquer benefício. Antes, no repúdio que lhe oferecemos, ao mesmo tempo que sejamos fiéis às nossas tradições de crença e de amor à Pátria, com fervorosa confiança em Deus – é que encontraremos o caminho para as soluções acertadas.

Demos a Jesus Cristo, no Brasil, condições favoráveis, para que Ele reine e impere, de modo absoluto. Preparemos-lhe, em nossa terra, um reinado social fecundo. Que ele reine na Família, na escola, na sociedade, no governo. Porque, quando Ele reinar, soberanamente, em nossa Pátria, impotentes serão as forças do mal para subjugá-la.[26]

Há dois mil e dezenove anos, quando sobre os montes escuros e silentes os rebanhos dormiam e os pastores os vigiavam, fulgurou nos límpidos Céus de Belém da Judeia uma grande estrela cadente[27] e um anjo anunciou que na cidade de David acabara de nascer “o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (S. Lucas, 2, 11). Em seguida, toda uma multidão de anjos das tropas celestes assim proclamou: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade” (S. Lucas, 2, 13-14).

É nosso dever louvar a Deus como os anjos da milícia celestial e, seguindo as palavras do nobre defensor de Deus e da Pátria que foi e é Dom Antônio de Almeida Moraes Júnior, é igualmente nosso imperioso dever lutar hoje e sempre para que Cristo Rei reine e impere em nossa Terra de Santa Cruz ou, em outras palavras, devemos pelejar para que um dia o reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo seja implantado neste vasto Império da América Meridional, nascido sob o signo da Cruz da Ordem de Cristo e iluminado pelo Cruzeiro do Sul.

E já que mencionamos o reinado social de Nosso Jesus Cristo, não podemos deixar de repetir, neste dia da Natividade do Divino Mestre, estas palavras de Gustavo Barroso, que resumem todo o nosso pensamento:

Quem restaurará a autoridade no Brasil?

Não o sabemos; sabemos, porém, que no mundo somente poderá ser restaurada pelo reinado social de Nosso Senhor Jesus Cristo. O Cristo Rei será a salvação de todos os povos. Os homens não passam de instrumentos de Sua Vontade.[28]

***

Conforme já assinalamos diversas vezes e não nos cansamos de repetir, a civilização ocidental de nossos dias é essencialmente materialista, cientificista, tecnicista, epicurista e capitalista, nela reinando, em lugar do Cristo, Mamon e o Bezerro de Ouro. Daí ser um crime se chamar tal civilização de cristã, como bem sublinhou Plínio Salgado,[29] que percebeu a grande necessidade que temos de uma profunda “revolução nos costumes, de sorte a repor a sociedade de hoje nas bases do espírito cristão”[30] ou, em outras palavras, uma Revolução que, de acordo com o sentido etimológico e astronômico do termo, que indica retorno ao ponto de partida, restaure a autêntica Civilização Cristã sobre os escombros da moderna civilização ocidental.

Conforme observamos em mensagens de Natal e Ano-Novo anteriores, talvez o primeiro passo de tal Revolução seja a restauração do verdadeiro espírito do Natal, que é o aniversário natalício de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo e Redentor do Homem, e não a festa materialista do “Papai-Noel bonachão” e da árvore cheia de presentes caros para crianças ricas e contentes de que nos falou o poeta Alfredo Leite, nosso companheiro, falecido, aliás, neste ano de 2019, num de seus mais belos e tocantes poemas natalinos,[31] que mereceriam figurar numa antologia dos mais lindos poemas de Natal do nosso idioma.

Encerremos esta Mensagem, que, com efeito, já se faz por demais extensa.  Roguemos ao Nosso Altíssimo Senhor Jesus Cristo, Rei Supremo, que ilumine com Sua divina luz os lares e as almas dos brasileiros e nos dê as forças necessárias para prosseguir no bom combate por Seu Reino e pelo bem da Nação Brasileira, conscientes de que, como bem frisou Plínio Salgado, na trágica hora vivida pelo Mundo, só há uma solução para os problemas humanos e um só remédio para as dores, os medos e as apreensões que dominam o Orbe Terrestre: “a reconciliação verdadeira, sincera, profunda, fecunda, vivificante, com o Cristo”.[32]

Por Cristo Rei e Redentor e pela Terra de Santa Cruz!

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira,
São Paulo, 25 de dezembro de 2019-LXXXVII

 

Referências
[1] Radiomensagem do Santo Padre Pio XII: Con sempre nuova freschezza. Disponível em: https://w2.vatican.va/content/pius-xii/pt/speeches/1942/documents/hf_p-xii_spe_19421224_radiomessage-christmas.html. Acesso em 25 de dezembro de 2019.
[2] Idem.
[3] Radiomensagem do Santo Padre Pio XII: Con sempre nuova freschezza. Disponível em: https://w2.vatican.va/content/pius-xii/pt/speeches/1942/documents/hf_p-xii_spe_19421224_radiomessage-christmas.html. Acesso em 10 de agosto de 2019.
[4] A Doutrina Social da Igreja, Lisboa, Livraria Sampedro, 1960, p. 27.
[5] Radiomessaggio di Sua Santità Pio XII ai popoli del mondo intero, de 24 de dezembro de 1944, cit.
[6] Primeiro, Cristo!, 4ª edição, in Obras Completas, volume 6, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 171.
[7] Plínio Salgado na tradição do Brasil, in VV.AA., Plínio Salgado: “in memoriam”, volume II,  São Paulo, Voz do Oeste/Casa de Plínio Salgado, 1986, p. 52.
[8] Plínio Salgado ou a nova luta por Cristo, in VV.AA., Plínio Salgado: “in memoriam“, vol. II, São Paulo, Voz do Oeste/Casa de Plínio Salgado, 1986, p. 129.
[9]  A aliança do sim e do não, 4ª edição, in Obras Completas, volume 6, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 88.
[10] Primeiro, Cristo!, 4ª edição, in Obras Completas, volume 6, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 217.
[11] idem, p. 233.
[12] Tais apelos se encontram nas encíclicas Caritate Christi Compulsi, dada em Roma a 3 de maio de 1932 (Disponível, em italiano, em: https://w2.vatican.va/content/pius-xi/it/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19320503_caritate-christi-compulsi.html. Acesso em 24 de dezembro de 2018) e Divini Redemptoris, dada em Roma a 19 de março de 1937 (Disponível, em português, em: https://w2.vatican.va/content/pius-xi/pt/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_19370319_divini-redemptoris.html. Acesso em 24 de dezembro de 2018).
[13] Discorso di Sua Santità Pio XII al Sacro Collegio nella Festività di Sant’Eugenio (2/6/1948). Disponível em: https://w2.vatican.va/content/pius-xii/it/speeches/1948/documents/hf_p-xii_spe_19480602_sacro-collegio.html. Acesso em 24 de dezembro de 2018.
[14] Primeiro, Cristo!, cit.
[15]  Encíclica E Supremi Apostolatus, dada em Roma a 04 de outubro de 1903. Disponível (em latim) em:http://w2.vatican.va/content/pius-x/la/encyclicals/documents/hf_p-x_enc_04101903_e-supremi.html. Acesso em 24 de dezembro de 2018.
[16] Primeiro, Cristo!, cit., p. 147.
[17] O Rei dos Reis, in Obras Completas, volume 6, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 291.
[18] Idem, p. 294.
[19] Primeiro, Cristo!, cit., p. 211.
[20] Idem, p. 206.
[21] Primeiro, Cristo!, cit., p. 171.
[22]  Idem, p. 168.
[23] Carta de Natal e Fim de Ano, in O Integralismo perante a Nação, 4ª edição, in Obras completas, volume 9, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1957, p. 144.
[24] Cristo e o Estado Integral, in O Integralismo perante a Nação, 5ª edição, in Obras Completas, volume 9, cit., p. 201. Cristo e o Estado Integral é a peroração do discurso proferido por Plínio Salgado na Sessão Soleníssima das Cortes do Sigma, realizada a 12 de junho de 1937 no Instituto Nacional de Música, no Rio de Janeiro.
[25] Idem, pp. 202-203.
[26] A Igreja e o comunismo, Petrópolis, Editora Vozes Limitad, 1962, pp. 47-48.
[27] Cf. Plínio SALGADO, Vida de Jesus, 21ª edição, São Paulo, Editora Voz do Oeste, 1978, p. 51.
[28] História Secreta do Brasil: Da abdicação de D. Pedro I à Maioridade de D. Pedro II, Segunda parte, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1937, p. 378.
[29] Espírito da burguesia, 6ª edição, in Obras Completas, volume 15, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1959, p. 171.
[30]  Idem, pp. 170-171.
[31] Com amor e devoção, São Paulo, GRD Edições, 2010, p. 53.
[32] A Tua Cruz, Senhor, 4ª edição, in Obras Completas, volume 18, 2ª edição, São Paulo, Editora das Américas, 1959, p. 64.

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