Faleceu no último dia 9 de setembro, aos noventa e três anos de idade, na cidade do Rio de Janeiro, o ilustre filósofo, sociólogo, escritor, professor universitário e magistrado brasileiro Tarcísio Meirelles Padilha. Cremos que esse exemplar cristão, católico, será recebido por Deus na Pátria Celeste, assim como temos a esperança de que o Criador e Imperador do Universo suscite, nas gerações vindouras, homens tão brilhantes quanto o Professor Tarcísio Padilha, que inegavelmente se conta entre os vultos mais notáveis do Pensamento Pátrio e que, na juventude, nas décadas de 1940 e 1950, militou no Partido de Representação Popular (PRP) e no chamado Movimento Águia Branca, contando-se, assim, entre os representantes da denominada Segunda Geração Integralista. Se mais tarde se afastou da militância no Movimento do Sigma, jamais deixou ele, no entanto, de sustentar os princípios fundamentais da sua Doutrina, bem sintetizados na tríade “Deus, Pátria e Família”, defendendo sempre as virtudes do patriotismo e do justo e são nacionalismo.

Com o término da jornada terrena de Tarcísio Padilha, a Academia Brasileira de Letras perdeu uma de suas mais queridas e admiradas figuras, como bem salientou o atual Presidente de tal Instituição, Marco Lucchesi, que igualmente ressaltou que o Professor Tarcísio Padilha foi Presidente da aludida Academia e de diversas instituições internacionais e participou da criação de universidades e fundou cátedras e cursos de pós-graduação, conquistando inúmeros amigos e discípulos, incluindo entre tais amigos alguns dos últimos Papas, em particular São João Paulo II, [1] sobre quem, aliás, escreveu um belo livro, intitulado João Paulo II: O cura da Aldeia Global. [2]

Tendo consciência de que a partida de Tarcísio Padilha representa uma grande perda não apenas para a Academia Brasileira de Letras, mas também para a Cultura e o Pensamento Brasileiro e, portanto, para o nosso Brasil, rogamos a Cristo Rei e Redentor que suscite, nas pátrias gerações do porvir, varões que sejam, como há pouco salientamos, tão brilhantes quanto o Professor Tarcísio Padilha, cuja obra filosófica se constitui, sem dúvida alguma, numa das mais importantes do Brasil do século XX e do alvorecer do século XXI.

Filho do então futuro líder integralista e também futuro Deputado Federal e Governador do Rio de Janeiro, Raymundo Delmiriano Padilha, e de sua esposa, D. Mayard Meirelles Padilha, o Professor Tarcísio Meirelles Padilha nasceu no Rio de Janeiro em 17 de abril de 1928. Estudou no Grupo Escolar D. Pedro II, em Petrópolis, no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Campinas, e, por fim, no Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro, concluindo neste último o ensino clássico. Bacharelou-se em Filosofia e Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e posteriormente diplomou-se em Ciências Sociais pelo Instituto de Direito Comparado da mesma Universidade e cursou também a Escola Superior de Guerra (ESG), assim como se licenciou em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e se tornou Doutor em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). [3]

Quando de sua partida para o exílio em Portugal, no ano de 1939, Plínio Salgado confiou a Chefia do Movimento Integralista no Brasil a Raymundo Padilha enquanto durasse sua ausência. Em 1945, quando ainda liderava interinamente o Movimento Sigmático em nossa Pátria, Raymundo Padilha encabeçou o grupo que fundou o Partido de Representação Popular (PRP), [4] agremiação política que, nos vinte anos seguintes, sustentaria os ideais essencialmente cristãos e brasileiros do Integralismo. Seguindo os passos do pai, Tarcísio Padilha militou por alguns anos no PRP, colaborando, inclusive, na década de 1950, no jornal oficial de tal partido, o semanário integralista A Marcha, dirigido por Gumercindo Rocha Dorea. Também na década de 1950, participou Tarcísio Padilha do chamado Movimento Águia Branca, surgido em torno da Confederação de Centros Culturais da Juventude (CCCJ), organização criada em 1952 e que teve em Plínio Salgado seu Presidente de Honra e em Gumercindo Rocha Dorea seu primeiro Presidente.

Como observamos anteriormente, se, por um lado, Tarcísio Padilha se afastou da militância integralista, por outro, jamais deixou ele de afirmar os princípios básicos do Integralismo, sintetizados no lema “Deus, Pátria e Família”, e de sustentar as virtudes do patriotismo e do sadio e construtivo nacionalismo, expresso sobretudo na obra Brasil em questão, publicada em 1975 pela Livraria José Olympio Editora e reeditada no ano seguinte pela Biblioteca do Exército. A propósito, em tal obra, Tarcísio Padilha examinou a crise do denominado Mundo Moderno, analisou o homem brasileiro e estudou as principais instituições pátrias (a Família, a Igreja e o Estado), assim como o papel da Língua Portuguesa na formação nacional, afirmando a vocação ocidental e sul-americana do nosso País e vislumbrando um papel de singular relevância a ser desempenhado pelo homem brasileiro, julgando mesmo ser talvez a nossa missão exportar ao Mundo, antes de tudo, a cordialidade do nosso homem. [5] Daí, com efeito, fazer ele sua a afirmação do poeta, escritor, ensaísta e diplomata patrício Rui Ribeiro Couto, aliás um dos chamados “homens de mil” do Integralismo e um dos mais notáveis vultos da “Ínclita Geração Integralista”, no sentido de que daremos ao mundo o Homem Cordial. [6]

Aprovado no primeiro concurso do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região para o cargo de Juiz do Trabalho, Tarcísio Padilha exerceu tal função entre os anos de 1957 e 1979, quando se aposentou. [7] No magistério superior, foi professor titular de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, professor de História da Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, professor de Filosofia, Pedagogia e Sociologia da Universidade Santa Úrsula, professor de História da Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, membro do corpo permanente da Escola Superior de Guerra, chefe do Departamento de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e diretor do Departamento Cultural da mesma Universidade e diretor do Departamento de Filosofia e coordenador do Mestrado e do Doutorado em Filosofia da Universidade Gama Filho. [8]

Além de ter sido, como vimos, Presidente da Academia Brasileira de Letras (no biênio 2000-2001), foi Tarcísio Padilha, ao longo da vida, dentre outras coisas, Presidente do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção Rio de Janeiro; Vice-Presidente e depois Presidente do Centro Dom Vital; Presidente do Conselho Federal de Cultura e, mais tarde, Presidente da Comissão Especial de Moral e Cívica do mesmo Conselho; membro fundador e Presidente da Associação Brasileira de Filósofos Católicos; Diretor e depois Vice-Presidente da Fédération Internationale des Sociétés de Philosophie; Vice-Presidente da Union Mondiale des Sociétés Catholiques de Philosophie e da Metaphysical International Society; membro fundador e Vice-Presidente da Asociación Interamericana de Filósofos Católicos; membro fundador e conselheiro da Association Louis Lavelle; membro fundador do Collegium Academicum Universale Philosophiae; membro, juntamente com sua esposa, D. Ruth Padilha, do Pontifício Conselho para a Família, no Vaticano; membro da Internationale Akademie für Philosophie, assim como da Academia Brasileira de Filosofia e da Academia Brasileira de Educação; sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, e diretor da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra.

No campo editorial, foi Tarcísio Padilha, dentre outras coisas, diretor das revistas A Ordem, do Centro Dom Vital, Presença Filosófica, da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos, e Communio, todas do Rio de Janeiro, e do Jornal de Letras, também da Capital Fluminense; diretor de Filosofia da Enciclopédia Verbum, de Lisboa, assim como da Coleção Filosofia da Livraria AGIR Editora; coordenador da Coleção Brasil em Questão, da Livraria José Olympio Editora, e membro do conselho editorial das revistas Philosophie, de Grenoble, Itinéraires Philosophiques, de Atenas, e Aletheia, de Internationale Akademie für Philosophie, de Liechtenstein, bem como coordenador da Biblioteca Filosófica Brasileira do Institut International de Philosophie, sob os auspícios da UNESCO.

Casado com D. Ruth Maria Fortuna Padilha, que lhe deu seis filhos, Tarcísio Padilha era Cavaleiro da Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, com sede na Cidade do Vaticano, e recebeu, dentre outros prêmios e comendas, a Ordem do Mérito José Bonifácio, [9] no grau de Grão-Oficial; o Prêmio Nacional de Filosofia, conferido pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, de São Paulo; a Medalha Alceu Amoroso Lima pela Ética e pela Cultura, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; a Medalha Marechal Mascarenhas de Moraes, da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB); Diploma de Excelentá, da Universitatea de Vest “Vasile Goldiş”, de Arad, na Romênia; Ordem do Mérito do Livro pela Fundação Biblioteca Nacionional; Personalidade Educacional 2002 da Associação Brasileira de Educação, da Associação Brasileira de Imprensa e do jornal Folha Dirigida, e Medalha do Mérito Cultural da República Helênica, além do título de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, de Paris.

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Dentre os diversos trabalhos publicados ao longo da vida por Tarcísio Padilha, destacamos os seguintes: Os juízos sintéticos a priori no criticismo de Kant (Rio de Janeiro, 1949); A metafísica do ser e o panlogismo de Hegel (Rio de Janeiro, 1949); O valor epistemológico do cogito cartesiano (Rio de Janeiro, 1950); O valor epistemológico do cogito cartesiano (Rio de Janeiro, 1950); O existencialismo de Heidegger em face da morte (São Paulo, 1954); A Ontologia Axiológica de Louis Lavelle (tese de cátedra; Rio de Janeiro, Universidade do Distrito Federal, 1955, com segunda edição pela É Realizações, de São Paulo, em 2012); O cartesianismo como ponto de partida da filosofia moderna (Petrópolis, 1956); El platonismo en la filosofía de Louis Lavelle (Buenos Aires, 1956); La idea de Dios en la filosofía contemporánea (Madri, 1959); Lineamentos de uma dialética reflexiva (San José, Costa Rica, 1961); Essence et valeur (México, 1963); Kierkegaard y la filosofia del espíritu (Madri, 1964); A existência segundo Miguel de Unamuno (Rio de Janeiro, 1964); Unamuno e Kierkegaard (Rio de Janeiro, 1964); Las raíces metafísicas de la angustia (Madri, 1965); Existenz und Glaube (Colônia, 1967); Incertitude et risque (Viena, 1968); A violência (São Paulo, 1970); Segurança Nacional (Rio de Janeiro, 1971); Filosofia, Ideologia e Realidade Brasileira (livro com prefácio de José Barreto Filho e editado em 1971 pela Cia. Editora Americana, do Rio de Janeiro); Dialogue métaphysique et monologue idéologique (Varna, Bulgária, 1973; também editado em grego); A mensagem de Santo Tomás de Aquino (Niterói, 1974); Prolegômenos a uma ontologia do homem brasileiro (Petrópolis, 1974); O humanismo de Pedro Poveda (Rio de Janeiro, 1974); Brasil em questão (publicada originalmente pela Livraria José Olympio Editora, do Rio de Janeiro, em 1975, com segunda edição pela Biblioteca do Exército, também do Rio de Janeiro, em 1976); Ética da esperança (Rio de Janeiro, 1980); Uma Filosofia da Esperança (livro publicado em 1982 pela Pallas, Editora e Distribuidora Ltda., do Rio de Janeiro, sendo seu prefácio de autoria de Hans Ludwig Lippmann); Pela Filosofia/Pour la Philosophie Existência e transcendência (Rio de Janeiro, 1983); Existence et participation (Montréal, 1983); L’Homme brésilien à la croisée de la pensée et du sentiment (Friburgo, 1984); La Famille répond (Bruxelas, 1988); Le sacré devant les idéologies d’aujourd’hui (Berna, 1989); Famille et problèmes démographiques: droits des personnes (Vaticano, 1994); Gaudium et Spes: o casamento e a família na perspectiva do magistério pontifício pós-Concílio (em colaboração com Ruth Padilha; Vaticano/Loreto, 1995); Educação e Filosofia (livro publicado em 1995 pela Editora Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, com prefácio de Cícero Sandroni); Alceu/ Tudo Se Transfigura (Introdução e antologia) (obra dada à estampa em 1995 pela Editora Cidade Nova, de São Paulo); Realismo da Esperança (livro publicado em 1996 pela Editora Cidade Nova, de São Paulo, com prefácio de Cândido Mendes de Almeida); Literatura e Filosofia (livro publicado em 1997, no Rio de Janeiro, com prefácio de Rachel de Queiroz); O cura da Aldeia Global (Rio de Janeiro, 1998, com segunda edição também no Rio, pela Editora Batel, em 2020, sob o título de João Paulo II: O cura da Aldeia Global); Uma ética do cotidiano (obra publicada em 1999 pela Academia Brasileira de Letras, com prefácio de Antônio Houaiss); História e Filosofia (livro dado à estampa em 1999 pela Editora Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, com prefácio de Antônio Olinto); La importancia de la familia en el magisterio de Juan Pablo II (Buenos Aires, 1999); Rui Barbosa, o humanista (Rio de Janeiro, 1999); A filosofia de Ortega y Gasset (Rio de Janeiro, 2000); Língua portuguesa, hoje e amanhã (Rio de Janeiro, 2000); Álvares de Azevedo – obsessão pela morte (Rio de Janeiro, 2005); Otávio de Faria: romancista-pensador (Rio de Janeiro, 2005); “Hispanidad” e universalismo na filosofia de Ortega y Gasset (Rio de Janeiro, 2005) e Crônicas para um mundo melhor (Rio de Janeiro, Editora Batel, 2019).

Profundo conhecedor da filosofia tomista e neotomista e das ideias filosóficas de Louis Lavelle e de Ortega y Gasset, assim como de todo o Pensamento Brasileiro, Tarcísio Padilha foi e é, sem sombra de dúvida, um dos mais proeminentes vultos da Filosofia e da Cultura Nacional da segunda metade do século XX e do dealbar deste século XXI e pode ser classificado como um autêntico neotomista e um humanista cristão e teocêntrico que lutou sempre por Deus, pela Pátria, pela Família e por todos os princípios sintetizados nessa gloriosa tríade.

Lamentando a perda do valoroso brasileiro que foi o Professor Tarcísio Padilha, mas acreditando que Deus a acolheu no Paraíso, encerramos aqui esta singela homenagem a esse varão insigne que muito amou o nosso Brasil e muito engrandeceu o seu Pensamento e a sua Cultura.

Por Cristo e pela Nação!

Victor Emanuel Vilela Barbuy,
Secretário Nacional de Assuntos Jurídicos da Frente Integralista Brasileira,
São Paulo, 25 de fevereiro de 2021- LXXXVIII.

Notas:

[1] ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, “Morre no Rio de Janeiro, aos 93 anos, o acadêmico Tarcísio Padilha”. Disponível em: https://www.academia.org.br/noticias/morre-no-rio-de-janeiro-aos-93-anos-o-academico-tarcisio-padilha. Acesso em 25 de setembro de 2021.

[2] João Paulo II: O cura da Aldeia Global, Prefácio de Maria Clara Lucchetti Bingemer, 2ª edição, Rio de Janeiro, Batel, 2020.

[3] Cf. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Biografia. Disponível em: https://www.academia.org.br/academicos/tarcisio-padilha/biografia. Acesso em 25 de setembro de 2021.

[4] Cumpre ressaltar que, embora tenha liderado o grupo fundador do Partido de Representação Popular (PRP), Raymundo Padilha não aceitou a presidência de tal agremiação política, que foi dada inicialmente a Adauto de Alencar Fernandes, exemplar patriota que, aliás, não pertencera às fileiras da Ação Integralista Brasileira (AIB), passando em 1946 para Plínio Salgado.

[5] Brasil em questão, 2ª edição, Rio de Janeiro, Biblioteca do Exército, 1976, p. 156.

[6] Idem, p. 42. Cumpre assinalar que, na página em questão, Tarcísio Padilha atribui a frase “Daremos ao mundo o homem cordial” a Ribeiro Couto, mas, em verdade, tal frase é de Sérgio Buarque de Holanda (Raízes do Brasil, edição crítica, Organização de Pedro Meira Monteiro e Lilia Schwarcz, Estabelecimento de texto e notas de Mauricio Acuña e Marcelo Diego, São Paulo, Companhia das Letras, 2016, p. 254), que nela reproduziu com suas palavras a seguinte afirmação de Ribeiro Couto, em carta ao poeta, escritor, ensaísta e diplomata mexicano Alfonso Reyes: “Nossa América, a meu ver, está dando ao mundo isto: o Homem Cordial.” Tal carta se encontra transcrita na íntegra no artigo Ribeiro Couto e o homem cordial, de Elvia Bezerra (Revista da Academia Brasileira de Letras, Fase VII, Ano XI, nº. 44, Rio de Janeiro, julho-agosto-setembro, de 2005), pp. 123-130. Também disponível em: https://www.academia.org.br/abl/media/prosa44c.pdf. Acesso em 25 de setembro de 2021).

[7] Diário Oficial da União de 7 de fevereiro de 1957, Seção 1, p. 1. Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/diarios/2535814/pg-1-secao-1-diario-oficial-da-uniao-dou-de-07-02-1957. Acesso em 25 de setembro de 2021

[8] Cf. ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Biografia, cit.

[9] A Ordem do Mérito José Bonifácio, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), é concedida a personalidades nacionais e estrangeiras que se tenham notabilizado nos setores da Educação e da Cultura, sobretudo em benefício da UERJ.

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